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Risco cardiovascular residual: a ameaça velada da Lp(a) debatida no ESC 2025

Risco cardiovascular residual: a ameaça velada da Lp(a) debatida no ESC 2025

A Novartis promoveu, a 29 de agosto, um simpósio satélite no Congresso da European Society of Cardiology (ESC) 2025, em Madrid. Sob o mote “unveiling the hidden threat”, o evento debateu o papel da lipoproteína(a) – Lp(a) – como um fator de risco cardiovascular independente, genético e subdiagnosticado, que exige…
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Lp(a): um fator de risco cardiovascular cada vez mais reconhecido, mas ainda subestimado

Lp(a): um fator de risco cardiovascular cada vez mais reconhecido, mas ainda subestimado

A lipoproteína(a), ou Lp(a), é uma partícula lipídica do sangue que tem vindo a ganhar destaque na área da Cardiologia. Na entrevista concedida após o simpósio “Lp(a) and Cardiovascular Disease: Unveiling the Hidden Threat”, promovido pela Novartis no âmbito do ESC 2025, António Miguel Ferreira, assistente hospitalar de Cardiologia no…
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Intensificar o controlo lipídico: o caminho para a redução do risco cardiovascular

Decorreu, no segundo dia do Congresso da European Society of Cardiology (ESC 2025), o simpósio promovido pela Novartis, “Early Escalation for Intense Lipid Lowering – The Ultimate Game-Changer for ASCVD?”. Pedro Alves da Silva, cardiologista da Unidade Local de Saúde de Santa Maria (Lisboa) esteve presente e, em entrevista, resumiu…
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“Comodidade posológica” de novo fármaco “é uma mais-valia na prevenção cardiovascular” em doentes fora dos valores-alvo de C-LDL*1

As atuais recomendações internacionais2 sublinham a necessidade de se atingir valores-alvo de colesterol de lipoproteínas de baixa densidade (C-LDL) na “população que sofreu já um evento cardiovascular” e que se encontra na “fase de prevenção secundária”. Neste contexto, diz Nuno Bettencourt, cardiologista do Hospital Lusíadas Porto, há “inovações terapêuticas que…
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“Sabemos que temos doentes pós síndrome coronário agudo, que não estão dentro do alvo necessário para atingirem melhores outcomes, por isso não podemos persistir na mesma estratégia”

“O baixo número de necessidade de tomas e o excelente perfil de tolerabilidade são dois grandes pontos a favor de inclisiran, uma vez que muitas vezes os doentes têm alguma adversidade a tomar, quer seja porque se esquecem, quer porque têm queixas de efeitos colaterais”, afirma Fernando Montenegro Sá, especialista em…
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