A inteligência artificial abriu uma etapa decisiva na leitura da aterosclerose, ao transformar dados dispersos em conhecimento clínico acionável. Para cardiologistas, este avanço significa diagnósticos mais finos, estratificação rigorosa e uma prática sustentada por evidência em tempo real. Leia o artigo de opinião de Miguel Nobre Menezes, do Hospital de…
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