A incerteza sobre o regime terapêutico mais apropriado para doentes com fibrilhação auricular que desenvolvem síndrome coronária aguda ou são submetidos a intervenção coronária percutânea foi o mote para o desenvolvimento do estudo AUGUSTUS. Os resultados deste estudo foram apresentados na edição virtual do Congresso ESC 2020, na comunicação proferida…
Por favor faça login ou registe-se para aceder a este conteúdo

