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	<title>KRKA Archives - My Cardiologia</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica da área da Cardiologia e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças cardiovasculares</description>
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	<title>KRKA Archives - My Cardiologia</title>
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		<title>Assista amanhã ao webinar &#8220;Doença Cardiovascular: O que ficou para trás&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luís Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Nov 2020 10:44:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Doença Cardiovascular: O que ficou para trás]]></category>
		<category><![CDATA[KRKA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É já amanhã, dia 18 de novembro, que se vai realizar, pelas 21h00, a segunda parte do webinar “Doença Cardiovascular: O que ficou para trás”, que conta com a organização da KRKA. A sessão, que junta a Cardiologia, a Medicina Geral e Familiar e a Medicina Interna, pretende discutir tópicos como “A evolução da doença [&#8230;]</p>
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<p>É já amanhã, dia 18 de novembro, que se vai realizar, pelas 21h00, a segunda parte do <em>webinar</em> “Doença Cardiovascular: O que ficou para trás”, que conta com a organização da KRKA.</p>
<p><span id="more-1450"></span></p>
<p>A sessão, que junta a Cardiologia, a Medicina Geral e Familiar e a Medicina Interna, pretende discutir tópicos como “A evolução da doença e a evolução dos medicamentos”, “O continuum cardiovascular, a complexidade do tratamento e o tempo para consulta”, “A conjugação da HTA / lípidos com os outros fatores de risco e implicações no doente lipitenso” e “Os indicadores a contratualização e o futuro das USP”.</p>
<p>Nesse sentido, o Health Design Thinker, José Ribeiro, será o moderador do evento que conta, uma vez mais, com a participação do especialista em Medicina Interna do Hospital Lusíadas Lisboa, Dr. Almeida Nunes, do cardiologista do Hospital de Vila Franca de Xira, Dr. Carlos Rabaçal, e do especialista em Medicina Geral e Familiar do Agrupamento de Centros de Saúde de Lisboa Central do Médio Tejo, Dr. Bernardo Mira.</p>
<p>À semelhança da primeira parte, que pode rever <a href="https://www.webinars.newsfarma.pt/doencacardiovascular1.html" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>, o <em>webinar</em> tem como objetivo alertar para uma maior necessidade de identificar melhor as patologias e os fatores de risco da doença cardiovascular, bem como o seu controlo terapêutico.</p>
<p>Registe-se e acompanhe a sessão através <a href="https://www.webinars.newsfarma.pt/doencacardiovascular" target="_blank" rel="noopener">desta</a> plataforma.</p>
<p><strong>Acessos:</strong></p>
<p>USER: dcv</p>
<p>PASS: 2020</p>
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		<title>Os doentes cardiovasculares têm de voltar aos hospitais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luís Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2020 14:56:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[doença cardiovascular]]></category>
		<category><![CDATA[KRKA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Políticas de saúde e o risco dos nossos doentes” foi o mote subjacente ao webinar “Doença Cardiovascular: O que ficou para trás&#8221;, promovido KRKA, a 27 de outubro. Nesta mesa redonda esteve em discussão a necessidade de identificar melhor as patologias e os fatores de risco da doença cardiovascular, bem como o seu controlo terapêutico. [&#8230;]</p>
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<p>“Políticas de saúde e o risco dos nossos doentes” foi o mote subjacente ao <em>webinar</em> “Doença Cardiovascular: O que ficou para trás&#8221;, promovido KRKA, a 27 de outubro. Nesta mesa redonda esteve em discussão a necessidade de identificar melhor as patologias e os fatores de risco da doença cardiovascular, bem como o seu controlo terapêutico. Reveja o <em>webinar</em> <a href="https://webinars.newsfarma.pt/doencacardiovascular" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>. A segunda parte deste evento já tem data marcada para o dia 18 de novembro.</p>
<p><span id="more-1428"></span></p>
<p>O Dr. Almeida Nunes, especialista em Medicina Interna do Hospital Lusíadas Lisboa, foi o moderador da sessão, da qual fizeram parte, na qualidade de palestrantes, o Dr. Carlos Rabaçal, cardiologista do Hospital de Vila Franca de Xira, o Dr. Bernardo Mira, especialista em Medicina Geral e Familiar do Agrupamento de Centros de Saúde de Lisboa Central do Médio Tejo, e o Health Design Thinker José Ribeiro.</p>
<p>Introduzindo o tema do webinar, o Dr. Almeida Nunes partilhou alguns dados, nomeadamente os que indicam que em Portugal morreram, “entre março e setembro deste ano, quase 65 mil pessoas, aproximadamente mais de 6.800 do que no mesmo período do ano passado”. O especialista frisou que estes números não deveriam ser explicados com a pandemia, uma vez que, destas mortes, “cerca de 25% foram estimadas por serem doenças oncológicas, 29% por doenças do sistema circulatório, 4% endócrinas e dos restantes 42% sabe-se que apenas 1,5% foi da responsabilidade da COVID-19”. A conclusão a que chegou, com a apresentação destes números, foi de que, neste ano, se registaram, efetivamente, mais mortes, sendo que a maioria se deve a doenças cardiovasculares., embora a “concorrência oncológica seja grande”.</p>
<p>Respondendo à pergunta que deu mote à sessão, afirmou que “mais de um milhão de consultas e mais de duzentas mil cirurgias”, segundo os dados indicados, ficaram para trás no decorrer destes últimos oito meses.</p>
<p>Também no que diz respeito à compliance ou adesão à terapêutica, os especialistas deixaram claro que existe um problema. “Em Portugal, o número de doentes que não adere a uma terapêutica da hipertensão arterial é muito grande. São poucos os doentes hipertensos que não têm uma dislipidemia e são também muito pouco os doentes com uma dislipidemia que não têm hipertensão”, sustentou o Dr. Almeida Nunes, fazendo a ponte com o conceito de doente “lipotenso”, promovido pela KRKA. Um conceito que permite olhar para o doente na sua totalidade, sendo que – disse – já há abordagens farmacológicas capazes de resolverem a hipertensão e a dislipidemia em simultâneo – a associação fixa medicamentosa.</p>
<p>Por seu lado, o Dr. Bernardo Mira lançou para a discussão uma questão: “Será que isto estava assim tão bem antes da COVID-19?”. Respondendo ele próprio, apresentou um estudo de caso que desenvolveu com os seus doentes com diabetes em risco alto ou muito alto, para perceber se estavam no alvo terapêutico da sua dislipidemia.</p>
<p>“Dos 227 utentes que serviram como amostra representativa, dividi-os em grupos, acabando por ter 148 doentes na unidade em risco alto, apenas 28% deles no alvo terapêutico, ou seja, estamos a falar de um LDL abaixo de 70 e de uma redução de pelo menos 50%, relativamente ao valor base sem tratamento. No risco muito alto, fiquei com 71 doentes, portanto cerca de um terço, e apenas 15% estavam no alvo terapêutico”, concluiu o especialista em Medicina Geral e Familiar. A propósito, deu conta de alguma “inércia terapêutica” associada aos Cuidados de Saúde Primários, mas ressalvou que, por vezes, são os próprios doentes que abandonam a terapêutica.</p>
<p>Frisou ainda a importância de um diagnóstico precoce e de uma terapêutica intensa e eficaz, como medidas para reduzir o fator de risco relativo e, mais tarde, o fator de risco global do doente. “No caso da placa aterosclerótica quanto mais cedo e com mais intensidade medicarmos os nossos doentes, mais estamos a progredir num sentido positivo na história natural da doença”, afirmou.</p>
<p>Por sua vez, o Dr. Carlos Rabaçal descreveu a realidade que se tem vivido nos serviços hospitalares, a partir da sua experiência: “Quem trabalha nos hospitais tem claramente a noção de que muita coisa ficou para trás. Todos nós notámos uma quebra no movimento da patologia coronária aguada, dos síndromes coronários agudos, das insuficiências cardíacas, mesmo das arritmias. Portanto, nós sabemos que estes doentes não deixaram de existir, deixaram foi de aparecer no hospital”.&nbsp;</p>
<p>Tendo em conta este cenário, defendeu que é necessário elaborar medidas para travar a pandemia gerada pelo novo coronavírus, no entanto, é importante não esquecer os outros doentes.&nbsp;</p>
<p>“Não podemos continuar a deixar o tempo correr sem tentarmos que, nos sítios onde trabalhamos e nas comunidades para as quais trabalhamos, as pessoas voltem a ter o à vontade de, sem receio, frequentarem as consultas, que caíram de uma forma abrupta, para que possam cumprir os seus exames complementares de diagnóstico e possam continuar a recorrer ao hospital em situação de crise aguda”, alertou o especialista em Cardiologia.</p>
<p>Esta visão foi partilhada pelo último palestrante da noite. O Eng. José Ribeiro começou por dizer que, de facto, as organizações de saúde não podem continuar a fazer o mesmo e estar à espera de resultados diferentes e inovadores.</p>
<p>Assim sendo, o Health Design Thinker alertou para a importância de uma mudança no Sistema Nacional de Saúde. “Na verdade, o que importa é que nós temos um problema de peopleware. Temos os melhores profissionais de saúde, médicos e enfermeiros, mas não temos é um sistema que os ajude. Temos sistemas obsoletos e enquanto não mudarmos este mindset vamos continuar a ter os piores resultados. No fundo, o que estou a dizer é isto: se tivermos os dados e se tivermos registos reais dos doentes, começamos a pôr é o doente no centro do sistema”, sustentou.</p>
<p>E concluiu, deixando um desafio: “Porque é que nós não fazemos da COVID-19 um turning point?”.</p>
<p>Assista <a href="https://www.webinars.newsfarma.pt/doencacardiovascular" target="_blank" rel="noopener">aqui </a>ao <em>webinar</em> na íntegra.&nbsp;</p>
<p><strong>Acessos:</strong></p>
<p>USER: dcv</p>
<p>PASS: 2020</p>
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