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	<title>My Cardiologia</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica da área da Cardiologia e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças cardiovasculares</description>
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	<title>My Cardiologia</title>
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		<title>Tróia acolhe XXXIV Congresso de Aterosclerose</title>
		<link>https://mycardiologia.pt/eventos/troia-acolhe-xxxiv-congresso-de-aterosclerose/220740/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 08:25:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Centro de Conferências de Tróia acolhe, a 16 e 17 de outubro, o XXXIV Congresso Português de Aterosclerose, organizado pela Sociedade Portuguesa de Aterosclerose (SPA). Com o lema &#8220;Novos Rumos, Novos Horizontes&#8221;, o programa arranca com a realização do Curso de Lípidos, que decorre no dia anterior ao início do evento. Durante os demais [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Centro de Conferências de Tróia acolhe, a 16 e 17 de outubro, o XXXIV Congresso Português de Aterosclerose, organizado pela Sociedade Portuguesa de Aterosclerose (SPA).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o lema &#8220;Novos Rumos, Novos Horizontes&#8221;, o programa arranca com a realização do Curso de Lípidos, que decorre no dia anterior ao início do evento. Durante os demais dois dias serão abordados temas como fatores de risco, prevenção e intervenção clínica na doença cardiovascular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais <a href="https://www.cpa2026.pt/">aqui</a>.</p>
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		<item>
		<title>Exercício reduz marcadores de aterosclerose após perda de peso mantida</title>
		<link>https://mycardiologia.pt/atualidade/exercicio-reduz-marcadores-de-aterosclerose-apos-perda-de-peso-mantida/220737/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 14:32:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A prática regular de exercício físico durante a manutenção da perda de peso reduziu a espessura íntima-média da carótida (cIMT) e marcadores inflamatórios associados à aterosclerose, enquanto o liraglutido isoladamente não produziu os mesmos efeitos. A conclusão resulta de uma análise secundária pré-especificada do ensaio aleatorizado S-LiTE, publicada na Nature Metabolism. O estudo incluiu 130 [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A prática regular de exercício físico durante a manutenção da perda de peso reduziu a espessura íntima-média da carótida (cIMT) e marcadores inflamatórios associados à aterosclerose, enquanto o liraglutido isoladamente não produziu os mesmos efeitos. A conclusão resulta de uma análise secundária pré-especificada do ensaio aleatorizado S-LiTE, publicada na Nature Metabolism.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo incluiu 130 adultos com obesidade, sem diabetes, que perderam em média 13,7 kg após oito semanas de dieta de muito baixo valor calórico. Os participantes foram depois distribuídos por quatro grupos durante 52 semanas: placebo, exercício, liraglutido ou combinação de exercício e liraglutido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os grupos que praticaram exercício registaram uma redução de 6–7% na cIMT, além de diminuições da interleucina-6 e do interferão-γ. A combinação com liraglutido melhorou ainda biomarcadores de função endotelial, incluindo sICAM-1, sVCAM-1 e tPA. Em contraste, o liraglutido isolado não reduziu a cIMT nem os principais marcadores inflamatórios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os autores sublinham que a cIMT é um marcador substituto de risco cardiovascular e que esta análise secundária deve ser interpretada com cautela, não permitindo inferir diretamente redução de eventos clínicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais <a href="https://www.nature.com/articles/s42255-026-01554-4">aqui</a>.</p>
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		<item>
		<title>Ensaio clínico REDUCE-IT: A força da evidência científica no doente pós-enfarte</title>
		<link>https://mycardiologia.pt/atualidade/ensaio-clinico-reduce-it-a-forca-da-evidencia-cientifica-no-doente-pos-enfarte/220729/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 14:18:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na segunda parte do simpósio “Quando o preço incomoda, mas a evidência fala mais alto”, promovido pela Jaba Recordati, em formato podcast, durante o Congresso Português de Cardiologia (CPC 2026), o painel de especialistas foca-se na análise da evidência do ensaio clínico REDUCE-IT. Sob moderação de Ricardo Fontes Carvalho, diretor do Serviço de Cardiologia da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Na segunda parte do simpósio “Quando o preço incomoda, mas a evidência fala mais alto”, promovido pela Jaba Recordati, em formato <em>podcast</em>, durante o Congresso Português de Cardiologia (CPC 2026), o painel de especialistas foca-se na análise da evidência do ensaio clínico REDUCE-IT. Sob moderação de <strong>Ricardo Fontes Carvalho</strong>, diretor do Serviço de Cardiologia da Unidade Local de Saúde (ULS) Gaia e Espinho, <strong>Cristina Gavina</strong>, presidente da Sociedade Portuguesa de Cardiologia, e <strong>Rui Baptista</strong>, diretor do Serviço de Cardiologia da ULS de Entre Douro e Vouga, discutiram a redução de 25% no risco relativo de eventos cardiovasculares maiores, a magnitude do <em>number needed to treat</em> (NNT) no subgrupo pós-enfarte e a prevenção efetiva de eventos recorrentes. Assista à conversa e saiba mais sobre os dados apresentados.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Podcast Jaba Recordati (CPC 2026) - parte 2" src="https://player.vimeo.com/video/1220851822?h=291235dd65&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Dando continuidade ao enquadramento epidemiológico estabelecido na <a href="https://mycardiologia.pt/atualidade/apos-o-enfarte-o-risco-continua-o-que-revelam-os-dados-portugueses-sobre-o-risco-cardiovascular-residual/220698/"><strong>primeira parte da conversa</strong></a>, os especialistas centram-se no rigor da evidência científica estabelecida com 4 g/dia de eicosapente de etilo na coorte de prevenção secundária, analisando a magnitude do benefício absoluto demonstrada no REDUCE-IT, com destaque para o NNT ≤ 20 atingido no subgrupo de doentes pós-enfarte agudo do miocárdio – um valor com impacto clínico comparável à introdução do segundo antiagregante plaquetário ou às terapêuticas fundacionais na insuficiência cardíaca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O painel assinala ainda a capacidade do eicosapente de etilo em evitar mais de 400 re-eventos (segundos e terceiros enfartes) e reflete sobre o custo global da aterosclerose em Portugal.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a demonstração científica do benefício do fármaco devidamente consolidada, a conversa evolui na terceira e última parte para os desafios da implementação na prática diária, em que os três intervenientes abordam as assimetrias no sistema de comparticipações e a atitude do médico perante a decisão do doente. Não perca!</p>
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		<item>
		<title>ICFEp: fenótipo tem sido desvalorizado</title>
		<link>https://mycardiologia.pt/entrevistas/icfep-fenotipo-tem-sido-desvalorizado/220725/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 14:13:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A presidente da Sociedade Portuguesa de Cardiologia, Cristina Gavina, alerta para a necessidade de mudar o paradigma na abordagem à insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada (ICFEp), um fenótipo que considera ter sido subvalorizado durante anos. Os resultados do estudo PORTHOS mostram que esta realidade é mais frequente do que se pensava: cerca de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A presidente da Sociedade Portuguesa de Cardiologia, <strong>Cristina Gavina</strong>, alerta para a necessidade de mudar o paradigma na abordagem à insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada (ICFEp), um fenótipo que considera ter sido subvalorizado durante anos. Os resultados do estudo PORTHOS mostram que esta realidade é mais frequente do que se pensava: cerca de 90% dos casos de insuficiência cardíaca identificados corresponderam a ICFEP. Veja a entrevista.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="CRISTINA GAVINA" src="https://player.vimeo.com/video/1207771750?h=374c284a10&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Associada ao envelhecimento e a comorbilidades como hipertensão, diabetes e fibrilhação auricular, esta forma de insuficiência cardíaca tem maior impacto nas mulheres e deverá tornar-se o principal desafio clínico nesta área. Para Cristina Gavina, a resposta passa por reforçar a suspeita diagnóstica e evitar atribuir sintomas como dispneia ou intolerância ao esforço apenas à idade, ao excesso de peso ou ao sedentarismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A avaliação deve incluir a determinação dos peptídeos natriuréticos e a realização de ecocardiograma, recordando que, nas pessoas com obesidade, os níveis destes biomarcadores podem ser artificialmente mais baixos, o que aumenta o risco de exclusão incorreta da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A especialista sublinha ainda que existem atualmente terapêuticas eficazes para controlar as comorbilidades e fármacos capazes de modificar o prognóstico da insuficiência cardíaca. &#8220;Há uma obrigação de fazer os diagnósticos muito mais cedo&#8221;, defende, salientando que a identificação atempada da doença é essencial para melhorar a evolução clínica dos doentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta entrevista foi realizada durante as 16.ªs <em>Challenges in Cardiology,</em> que ocorreram em julho, na Batalha.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>CPC 2027 marcado para março</title>
		<link>https://mycardiologia.pt/eventos/cpc-2027-marcado-para-marco/220715/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 10:28:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SPC) agendou o Congresso Português de Cardiologia (CPC) de 19 a 21 de março de 2027, no Centro de Congressos do Algarve. “Da inovação à evidência, desafios na era digital” é o mote escolhido para esta edição, que será presidida por Diogo Cavaco. Saiba mais aqui.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SPC) agendou o Congresso Português de Cardiologia (CPC) de 19 a 21 de março de 2027, no Centro de Congressos do Algarve.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Da inovação à evidência, desafios na era digital” é o mote escolhido para esta edição, que será presidida por Diogo Cavaco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais <a href="https://congressocpc.pt/">aqui</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Disparidades na utilização de imagem cardíaca pediátrica indicam necessidade de formação e padronização a nível europeu</title>
		<link>https://mycardiologia.pt/atualidade/disparidades-na-utilizacao-de-imagem-cardiaca-pediatrica-indicam-necessidade-de-formacao-e-padronizacao-a-nivel-europeu/220712/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 10:13:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mycardiologia.pt/?p=220712</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um estudo publicado na Pediatric Cardiology pela Association for European Paediatric and Congenital Cardiology (AEPC) indica disparidades significativas na utilização e formação em técnicas de imagem cardíaca pediátrica tridimensional, como tomografia computadorizada cardíaca (TCC) e ressonância magnética (RM), entre os centros europeus.&#160; A investigação envolveu 42 centros de 25 países, mostrando que cerca de 90% [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um estudo publicado na <em>Pediatric Cardiology</em> pela <em>Association for European Paediatric and Congenital Cardiology</em> (AEPC) indica disparidades significativas na utilização e formação em técnicas de imagem cardíaca pediátrica tridimensional, como tomografia computadorizada cardíaca (TCC) e ressonância magnética (RM), entre os centros europeus.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação envolveu 42 centros de 25 países, mostrando que cerca de 90% realizam TCC há mais de 10 anos, com uma mediana anual de 135 exames, e 84% realizam RM, com uma mediana de 200 exames por ano. Apesar da ampla disponibilidade destas tecnologias, apenas dois terços dos centros oferecem formação estruturada a internos, sendo comum a necessidade de deslocações para especialização, e pouco mais de metade dispõe de diretrizes institucionais específicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados destacam que, embora a tecnologia esteja presente, a variabilidade na formação e nas práticas pode afetar a qualidade e a equidade dos cuidados. Os autores sugerem a criação de diretrizes europeias específicas, o fortalecimento de programas de formação e a colaboração entre centros para padronizar protocolos, otimizar recursos e melhorar os resultados clínicos. O estudo serve como alerta para a necessidade de avaliação das práticas locais e integração em redes europeias de formação e boas práticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste estudo houve a participação de Rui Anjos, especialista em Cardiologia Pediátrica e professor na Nova Medical School em Lisboa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia o artigo <a href="https://link.springer.com/article/10.1007/s00246-025-04027-9">aqui</a>.</p>
<p>The post <a href="https://mycardiologia.pt/atualidade/disparidades-na-utilizacao-de-imagem-cardiaca-pediatrica-indicam-necessidade-de-formacao-e-padronizacao-a-nivel-europeu/220712/">Disparidades na utilização de imagem cardíaca pediátrica indicam necessidade de formação e padronização a nível europeu</a> appeared first on <a href="https://mycardiologia.pt">My Cardiologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Vagas de frio e de calor alteram risco de internamento por insuficiência cardíaca</title>
		<link>https://mycardiologia.pt/atualidade/vagas-de-frio-e-de-calor-alteram-risco-de-internamento-por-insuficiencia-cardiaca/220709/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 10:06:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo publicado no Journal of the American College of Cardiology (JACC) demonstra que a exposição a vagas de frio e a subidas de temperatura se correlaciona com o aumento de internamentos por insuficiência cardíaca (IC). A investigação analisou 482 000 registos do Registo Nacional de Pacientes da Suécia, referentes ao período entre 2006 e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um estudo publicado no <em>Journal of the American College of Cardiology</em> (JACC) demonstra que a exposição a vagas de frio e a subidas de temperatura se correlaciona com o aumento de internamentos por insuficiência cardíaca (IC). A investigação analisou 482 000 registos do Registo Nacional de Pacientes da Suécia, referentes ao período entre 2006 e 2021.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Através de um modelo de <em>case-crossover</em> estratificado, os investigadores verificaram que, de outubro a março, as vagas de frio elevam o risco de internamento (Odds Ratio de 1,085). O impacto da descida de temperatura regista-se com atraso, ocorrendo entre o segundo e o sexto dia após a exposição, com incidência estatística entre o terceiro e o quinto dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em oposição, de abril a setembro, a subida de temperatura associa-se aos internamentos num espaço de tempo inferior, registando-se entre o primeiro e o terceiro dia após a exposição (OR de 1,009 por cada aumento de 10 pontos percentuais). As vagas de calor registaram associações positivas para exacerbações de IC, sem atingir significância estatística na definição da patologia crónica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados indicam que os extremos térmicos alteram a taxa de hospitalização por IC, distinguindo-se a latência do frio da resposta a curto prazo do calor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais <a href="https://www.jacc.org/doi/10.1016/j.jacc.2026.07.008">aqui</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Novas recomendações desafiam prática clínica e reforçam papel da inovação na Cardiologia</title>
		<link>https://mycardiologia.pt/entrevistas/novas-recomendacoes-desafiam-pratica-clinica-e-reforcam-papel-da-inovacao-na-cardiologia/220683/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 07:50:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[ESC 2026]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mycardiologia.pt/?p=220683</guid>

					<description><![CDATA[<p>As novas recomendações europeias trazem mudanças relevantes para a prática clínica da Medicina cardiovascular, desde a redefinição dos fenótipos de insuficiência cardíaca à simplificação da classificação do enfarte agudo do miocárdio. No âmbito do Congresso da European Society of Cardiology (ESC 2026), Cristina Gavina, presidente da Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SPC), destacou ainda a maior [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">As novas recomendações europeias trazem mudanças relevantes para a prática clínica da Medicina cardiovascular, desde a redefinição dos fenótipos de insuficiência cardíaca à simplificação da classificação do enfarte agudo do miocárdio. No âmbito do Congresso da <em>European Society of Cardiology</em> (ESC 2026), Cristina Gavina, presidente da Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SPC), destacou ainda a maior atenção dada à doença renal crónica, considerando que estas alterações terão impacto na forma como os doentes são avaliados e tratados. Assista ao depoimento.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="03_01_CRISTINA GAVINA_MERCK_2" src="https://player.vimeo.com/video/1223708706?h=d8fcdd96a4&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Na insuficiência cardíaca, a principal mudança passa pela eliminação da categoria de fração de ejeção ligeiramente reduzida, passando a considerar-se fração de ejeção reduzida ou preservada, com um <em>cut-off</em> nos 50%. “É uma das coisas mais importantes”, sublinhou Cristina Gavina, reforçando também a redefinição dos fenótipos e a forma como os tratamentos são distribuídos pelas diferentes classificações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A doença renal crónica surge igualmente com maior destaque, nomeadamente pela necessidade de diagnóstico precoce e de uma abordagem integrada do risco cardiovascular. Cristina Gavina considera que as novas recomendações ajudam ainda a clarificar questões como a utilização de contraste em doentes com compromisso renal, salientando que, perante situações urgentes, “a prioridade é sempre a intervenção”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também a definição de enfarte agudo do miocárdio foi simplificada, passando de cinco para três categorias: enfarte tipo 1, associado à aterosclerose; tipo 2, relacionado com o desequilíbrio entre consumo e aporte de oxigénio; e enfartes associados a procedimentos. Para a especialista, esta alteração “facilita um bocadinho a classificação” e poderá ter implicações futuras na investigação clínica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Perante estas mudanças, a SPC assume um papel na disseminação das novas recomendações, através de <em>webinars</em>, conteúdos produzidos pelo grupo de jovens cardiologistas e da tradução das versões <em>pocket</em> das <em>guidelines</em>. Paralelamente, a inteligência artificial representa, na perspetiva de Cristina Gavina, uma oportunidade para apoiar a decisão clínica, analisar exames e identificar doentes que permanecem por diagnosticar ou por otimizar terapeuticamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A implementação da inovação continua, contudo, a ser um dos principais desafios. “É preciso nós, realmente, sermos cada vez mais rápidos naquilo que é a tradução daquilo que é a evidência para a prática clínica”, defendeu. Entre os exemplos desta mudança está a utilização dos betabloqueadores após enfarte em doentes com fração de ejeção preservada, área em que os estudos mais recentes não demonstraram benefício na sua manutenção, colocando em causa a necessidade de continuar a prescrevê-los nestes casos.</p>
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		<title>Cardiologia portuguesa reforça presença internacional e acompanha inovação digital</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 07:30:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[ESC 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em entrevista à News Farma, Carlos Aguiar, vice-presidente da European Society of Cardiology (ESC), destacou a forte representação portuguesa na investigação cardiovascular integrada no Congresso ESC 2026, referindo que Portugal se mantém entre os dez países que mais trabalhos submetem à comissão científica do evento. A participação nacional incluiu ainda investigadores distinguidos com prémios, num [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Em entrevista à News Farma, Carlos Aguiar, vice-presidente da <em>European Society of Cardiology</em> (ESC), destacou a forte representação portuguesa na investigação cardiovascular integrada no Congresso ESC 2026, referindo que Portugal se mantém entre os dez países que mais trabalhos submetem à comissão científica do evento. A participação nacional incluiu ainda investigadores distinguidos com prémios, num reconhecimento de particular relevância internacional. Assista à entrevista.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="04_02_CARLOS AGUIAR_MERCK_1" src="https://player.vimeo.com/video/1223708707?h=d1eafba459&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">Entre as principais novidades apresentadas, Carlos Aguiar destacou soluções digitais aplicadas a problemas clínicos frequentes. Um dos exemplos foi um pequeno dispositivo adesivo utilizado em doentes com síncope sem causa identificada, permitindo uma monitorização contínua durante 14 dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os investigadores mostraram ser possível detetar mais precocemente arritmias graves e com isso iniciar mais cedo o tratamento apropriado”, explicou, salientando o potencial desta tecnologia face à investigação convencional, em que os exames podem não detetar a arritmia responsável pelo episódio de síncope.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra inovação destacada prende-se com a utilização de aplicações móveis que permitem alertar voluntários com formação em reanimação quando ocorre uma paragem cardíaca nas proximidades. Desta forma, estes podem iniciar as manobras de reanimação e a desfibrilhação antes da chegada das equipas de emergência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um ensaio realizado na Dinamarca mostrou que esta estratégia permitiu iniciar mais cedo a reanimação e a desfibrilhação, embora sem impacto global na sobrevivência. Ainda assim, segundo Carlos Aguiar, “nos casos em que houve mais tempo até chegar a emergência pré-hospitalar, nessas pessoas já se percebeu que fez a diferença usar estes dispositivos”, reforçando o potencial das ferramentas digitais na resposta a situações de emergência.</p>
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		<title>Após o enfarte, o risco continua: o que revelam os dados portugueses sobre o risco cardiovascular residual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 10:44:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Gravado no âmbito do Congresso Português de Cardiologia (CPC 2026), o simpósio “Quando o preço incomoda, mas a evidência fala mais alto” reuniu Cristina Gavina, presidente da Sociedade Portuguesa de Cardiologia, e Rui Baptista, diretor do Serviço de Cardiologia da Unidade Local de Saúde (ULS) de Entre Douro e Vouga, para uma conversa moderada por [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Gravado no âmbito do Congresso Português de Cardiologia (CPC 2026), o simpósio “Quando o preço incomoda, mas a evidência fala mais alto” reuniu <strong>Cristina Gavina</strong>, presidente da Sociedade Portuguesa de Cardiologia, e <strong>Rui Baptista</strong>, diretor do Serviço de Cardiologia da Unidade Local de Saúde (ULS) de Entre Douro e Vouga, para uma conversa moderada por <strong>Ricardo Fontes Carvalho</strong>, diretor do Serviço de Cardiologia da ULS Gaia e Espinho. Na primeira parte desta iniciativa promovida pela Jaba Recordati, em formato <em>podcast</em>, são analisados os dados epidemiológicos do Bilhete de Identidade para a Morbilidade Hospitalar (BI-MH), a incidência de síndromes coronárias agudas em Portugal e a mudança de paradigma centrada no colesterol LDL para o colesterol remanescente e inflamação vascular no doente pós-enfarte. Assista ao debate e conheça as conclusões sobre a realidade nacional.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Podcast Jaba Recordati (CPC 2026) - parte 1" src="https://player.vimeo.com/video/1220851823?h=1c10cdc9cf&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar dos avanços alcançados no tratamento da fase aguda do enfarte do miocárdio, o risco cardiovascular não termina com a alta hospitalar. Nesta primeira parte, o painel de especialistas analisa a realidade portuguesa e a lacuna entre o progresso no tratamento da fase aguda e o risco persistente pós-evento, que atinge taxas de re-eventos até 10% durante o primeiro ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir dos dados nacionais do BI-MH, os especialistas discutem por que motivo a redução das síndromes coronárias agudas entre 2017 e 2023 se faz sobretudo à custa do enfarte do miocárdio sem supra (NSTEMI), mantendo-se a mortalidade por enfarte do miocárdio com supra (STEMI) fixa nos 8%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A conversa foca-se ainda na transição conceptual necessária na prática clínica: olhar para os triglicéridos não como um alvo de redução isolado, mas como sinalizador direto de colesterol remanescente (VLDL e quilomicrons) e de um processo inflamatório vascular ativamente aterogénico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não perca a segunda parte do debate, dedicada à evidência científica do estudo REDUCE-IT e ao impacto clínico observado nos doentes pós-enfarte. Já na terceira e última parte do simpósio serão abordados abertamente os custos, a comparticipação no Serviço Nacional de Saúde e a atitude clínica na consulta.</p>
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