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	<title>Uncategorized Archives - My Cardiologia</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica da área da Cardiologia e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças cardiovasculares</description>
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	<title>Uncategorized Archives - My Cardiologia</title>
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		<title>Hospital de Gaia/Espinho reforça Cardiologia com investimento de 650 mil euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Sep 2025 11:23:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O hospital da Unidade Local de Saúde de Gaia/Espinho (ULSGE) inaugurou a nova Unidade de Diagnóstico e Intervenção Cardiovascular e a ala requalificada de Internamento de Cardiologia, sob direção de Ricardo Fontes Carvalho, num investimento de 650 mil euros. Integralmente assegurado por donativos de dez cidadãos, o investimento permitiu aumentar a capacidade instalada de 12 [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O hospital da Unidade Local de Saúde de Gaia/Espinho (ULSGE) inaugurou a nova Unidade de Diagnóstico e Intervenção Cardiovascular e a ala requalificada de Internamento de Cardiologia, sob direção de Ricardo Fontes Carvalho, num investimento de 650 mil euros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Integralmente assegurado por donativos de dez cidadãos, o investimento permitiu aumentar a capacidade instalada de 12 para 20 camas, de modo a responder de forma mais célere a cerca de 120 doentes em lista de espera.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Ricardo Fontes Carvalho, a ampliação representa “um salto qualitativo e quantitativo” na resposta assistencial, ao integrar também uma Unidade de Reabilitação Cardíaca Precoce. “O reforço de meios traduz-se em diagnósticos mais precoces, internamentos mais adequados e melhores condições para as equipas multidisciplinares que diariamente lidam com doentes cardiovasculares”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, acompanhada pelo diretor executivo do SNS, Álvaro Almeida, marcou presença na inauguração e sublinhou a relevância desta aposta num domínio que continua a ser uma das principais causas de mortalidade em Portugal.</p>
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		<title>Atualização das guidelines sobre dislipidemias reforça gestão individualizada do risco CV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Sep 2025 15:27:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[ESC 2025]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No passado dia 31 de agosto, durante o ESC 2025, especialistas apresentaram uma atualização das ESC/EAS Guidelines for the Management of Dyslipidaemias de 2019, trazendo novidades na estratificação do risco cardiovascular (CV), na importância da lipoproteína(a), nas terapêuticas para redução do colesterol LDL e nas recomendações sobre triglicéridos e nutracêuticos. As novas orientações reforçam a [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">No passado dia 31 de agosto, durante o ESC 2025, especialistas apresentaram uma atualização das <em>ESC/EAS Guidelines for the Management of Dyslipidaemias</em> de 2019, trazendo novidades na estratificação do risco cardiovascular (CV), na importância da lipoproteína(a), nas terapêuticas para redução do colesterol LDL e nas recomendações sobre triglicéridos e nutracêuticos. As novas orientações reforçam a abordagem personalizada, combinando avaliação de fatores clínicos, biomarcadores e alterações do estilo de vida, com terapêuticas farmacológicas direcionadas a diferentes perfis de risco.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Atualização introduz novos critérios de risco CV</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Konstantinos Koskinas, cardiologista do Bern University Hospital Inselspital, Suíça, e um dos autores desta “<a href="https://academic.oup.com/eurheartj/advance-article/doi/10.1093/eurheartj/ehaf190/8234482?login=false">2025 Focused Update of the 2019 ESC/EAS Guidelines for the management of dyslipidaemias</a>”, começou por evidenciar que uma das mudanças mais relevantes é a substituição do <em>SCORE</em> pelo <em>SCORE2</em> e <em>SCORE2-OP</em>, algoritmos validados que permitem estimar o risco a 10 anos não apenas de eventos fatais, mas também de não fatais. “O <em>SCORE2</em> tem vantagens claras: considera pessoas mais idosas, inclui variáveis de fácil obtenção — idade, sexo, colesterol não-HDL, pressão arterial sistólica, tabagismo e região geográfica — e melhora a previsão global do risco”, explicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A atualização levou também a alterações na classificação de risco, sobretudo na categoria de muito alto risco. “Revimos a definição de aterosclerose documentada por imagem. Em vez de um critério quantitativo, passamos agora a referir a presença de placa significativa em angiografia coronária ou TAC, e incluímos também a noção de <em>CAC </em>(calcificação da artéria coronária)<em> score</em> marcadamente elevado”, acrescentou Konstantinos Koskinas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro aspeto central é a introdução de <em>risk modifiers</em>, que permitem uma reclassificação mais precisa. “Sabemos que existe grande heterogeneidade dentro de cada categoria de risco e que nenhum algoritmo capta a totalidade dos fatores que influenciam o risco CV. Por isso, estas novas recomendações são muito importantes”, afirmou, dando um exemplo concreto: “Se um indivíduo jovem, não diabético, é classificado como risco moderado pelo <em>SCORE2</em>, mas apresenta placa coronária, consideramos razoável reclassificá-lo para risco elevado e ajustar o tratamento em conformidade.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os novos modificadores, incluem-se não só parâmetros imagiológicos, como a presença de aterosclerose subclínica, mas também fatores clínicos e biomarcadores. “Propomos agora que a proteína C reativa de alta sensibilidade e a lipoproteína(a) elevada possam ser usadas para melhorar a estratificação do risco”, destacou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Relativamente ao tratamento, as metas de LDL-colesterol mantêm-se alinhadas com a estratificação do risco, mas surge uma nova categoria: risco extremo. “Nestes doentes, a recomendação é atingir valores ainda mais baixos, inferiores a 1 mmol/L ou 40 mg/dL”, afirmou o palestrante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto à prevenção primária, a atualização clarifica quando iniciar terapêutica farmacológica. “Introduzimos duas novas recomendações que especificam em que circunstâncias, dependendo dos níveis de LDL-C e do risco global, deve ser iniciado tratamento em pessoas sem doença CV conhecida”, concluiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Lp(a) ganha maior destaque&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Lale Tokgözoğlu, professora de Cardiologia da Universidade de Hacettepe, Ancara, Turquia, e também uma das autoras desta revisão, sublinhou a importância crescente da lipoproteína(a)<strong> </strong>[Lp(a)] como fator de risco CV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As novas orientações mantêm a recomendação de que a Lp(a) deve ser medida pelo menos uma vez na vida adulta, preferencialmente no primeiro perfil lipídico. “Isto é essencial para identificar doentes com risco muito elevado, equivalente ao de uma hipercolesterolemia familiar heterozigótica não tratada”, afirmou Lale Tokgözoğlu. A medição é especialmente indicada em jovens com doença aterosclerótica precoce, em famílias com história de eventos CV prematuros e em mulheres após a menopausa, quando os níveis podem aumentar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um ponto central da atualização é a definição do novo limiar clínico. “O risco começa a subir ligeiramente acima de 30 mg/dL, mas torna-se clinicamente relevante a partir de<strong> </strong>50 mg/dL (105 nmol/L)<strong>. </strong>Assim, valores superiores devem ser considerados em todos os adultos como fator de risco adicional”, referiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar do reconhecimento do papel da Lp(a), as opções terapêuticas permanecem limitadas. “O estilo de vida não altera os níveis. Estatinas e ezetimiba têm pouco ou nenhum efeito na Lp(a). Os inibidores da PCSK9 podem reduzi-los em cerca de 25% e algumas moléculas experimentais estão a mostrar reduções até 98%”, destacou, alertando que os resultados dos ensaios em curso serão determinantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ausência de fármacos específicos, a estratégia passa por um controlo mais intensivo dos fatores de risco clássicos. “A abordagem deve ser feita através de uma redução agressiva do colesterol LDL, tendo em conta o risco absoluto do doente e os níveis de Lp(a)”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Novas recomendações terapêuticas para o LDL-C</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ulf Landmesser, diretor do Departamento de Cardiologia, Angiologia e Medicina Intensiva do Deutsches Herzzentrum der Charité, Berlim, centrou a sua intervenção nas inovações terapêuticas para redução do colesterol LDL (LDL-C). Entre estas, destacou o papel do ácido bempedoico, considerado uma opção eficaz em doentes intolerantes às estatinas. “Após a publicação das últimas<em> guidelines</em>, foi concluído o ensaio CLEAR-Outcomes, em doentes intolerantes à estatina confirmados tanto pelo médico como pelo próprio doente. O estudo mostrou eficácia na melhoria dos resultados CV, sem problemas de segurança relevantes”, explicou o palestrante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, o ácido bempedoico passa a ser recomendado para doentes que não toleram estatinas, isoladamente ou em combinação com ezetimiba.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O especialista salientou ainda as recomendações específicas para grupos de maior risco. Nos doentes com síndrome coronária aguda, é agora sugerido iniciar precocemente terapêutica intensiva, incluindo logo a combinação de estatina de alta intensidade e ezetimiba quando a monoterapia não for suficiente. “Queremos acelerar o processo de redução do LDL-C, porque sabemos que o tempo também é relevante: quanto mais cedo atingirmos os objetivos, melhor para o doente”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra novidade diz respeito aos doentes oncológicos tratados com quimioterapia com elevada toxicidade CV, sobretudo regimes com antraciclinas. “Novos estudos mostraram benefício da terapêutica com estatinas na proteção contra a cardiotoxicidade, e por isso recomendamos a sua utilização em adultos em risco elevado ou muito elevado”, observou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, foi reforçada a importância das estatinas em pessoas com infeção por VIH<strong>.</strong> O ensaio REPRIEVE, que envolveu mais de sete mil participantes, demonstrou uma redução significativa de eventos CV <em>major</em>. “Como tal, a <em>task-force</em> emitiu agora uma recomendação robusta de terapêutica com estatinas em pessoas com VIH com mais de 40 anos, para prevenir o desenvolvimento ou progressão da doença aterosclerótica CV”, concluiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Triglicéridos: </strong><strong><em>guidelines </em></strong><strong>não apoiam uso de nutracêuticos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, Marianne Benn, consultora sénior no Departamento de Bioquímica Clínica, Rigshospitalet, Copenhaga, apresentou a atualização das orientações sobre triglicéridos e nutracêuticos, destacando os principais avanços desde as <em>guidelines </em>de 2019.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As orientações reforçam que a modificação do estilo de vida continua a ser a primeira linha de intervenção. Já no campo farmacológico, as estatinas mantêm-se como primeira escolha em indivíduos de alto risco com hipertrigliceridemia. “As estatinas reduzem os triglicéridos em 15 a 20% e continuam a ser centrais no tratamento”, sublinhou a palestrante, reforçando que também a ezetimiba, os inibidores da PCSK9 e combinações com estatinas “têm impacto adicional”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as terapias específicas, os fibratos reduzem até 44% os triglicéridos, mas não demonstraram benefícios CV consistentes. Ainda assim, podem ser considerados em associação a estatinas quando os níveis permanecem elevados. O eicosapente de etilo<strong>,</strong> em dose elevada, destacou-se no ensaio REDUCE-IT, com redução de 20% nos triglicéridos e 25% nos eventos CV <em>major</em>. “Por isso, as novas <em>guidelines</em> recomendam o seu uso em doentes de alto ou muito alto risco, em combinação com estatinas”, referiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já no contexto da hipertrigliceridemia familiar grave, o volanesorsen mostrou reduções de até 77% e benefício na prevenção de pancreatite.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre os nutracêuticos<strong>,</strong> a<strong> </strong>atualização é clara. “O estudo SPORT mostrou que suplementos como óleo de peixe, alho, canela, açafrão, esteróis vegetais ou arroz vermelho não tiveram qualquer efeito relevante na redução do LDL ou dos triglicéridos, em contraste com a rosuvastatina, que reduziu o LDL em 38% e os triglicéridos em 19%”, destacou Marianne Benn. Assim, resumiu, “esta atualização das <em>guidelin</em>es não<strong> </strong>apoia o uso de suplementos dietéticos sem eficácia comprovada”<strong>.</strong></p>
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		<item>
		<title>“Trabalhamos em prol da ciência”: INTERSECT destaca vantagens de parcerias com a indústria farmacêutica e como contribuem para a inovação na saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Aug 2025 09:49:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A AstraZeneca Portugal abriu as portas da sua sede para acolher a 5.ª edição do INTERSECT, um evento que reforça a importância da colaboração entre profissionais de saúde e a indústria farmacêutica como motor de transformação do sistema de saúde português. Assista à entrevista feita a&#160;Nathalie von Widdern&#160;e&#160;Hugo Martinho, presidente e diretor médico da Astrazeneca [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A AstraZeneca Portugal abriu as portas da sua sede para acolher a 5.ª edição do INTERSECT, um evento que reforça a importância da colaboração entre profissionais de saúde e a indústria farmacêutica como motor de transformação do sistema de saúde português. Assista à entrevista feita a&nbsp;<strong>Nathalie von Widdern</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Hugo Martinho</strong>, presidente e diretor médico da Astrazeneca Portugal, respetivamente, que resume a importância da iniciativa.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="NATHALIE &amp; HUGO" src="https://player.vimeo.com/video/1099596243?dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Com o propósito de apresentar projetos desenvolvidos em parceria com diversas entidades do ecossistema da saúde, o INTERSECT reúne profissionais de saúde, sociedades científicas, startups, investigadores, e instituições académicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Nathalie von Widdern, presidente da AstraZeneca Portugal, a ciência e os dados estão no centro da estratégia da farmacêutica. “Na AstraZeneca, seguimos a ciência. Os dados são essenciais para causar impacto, não apenas para gerar inovação, mas também para criar formatos práticos que nos permitam entregar os medicamentos certos, aos doentes certos, no momento certo e nas condições certas”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A líder da AstraZeneca Portugal destaca ainda que o uso inteligente dos dados não é apenas uma questão técnica, mas uma via para alcançar melhores resultados em saúde, em colaboração com os diversos intervenientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hugo Martinho, diretor médico da AstraZeneca Portugal, sublinha o papel do INTERSECT como plataforma de cocriação científica. “É um prazer receber na sede da AstraZeneca Portugal um grupo tão diversificado. O INTERSECT é uma comunidade onde trabalhamos realmente em prol da ciência”, refere.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a sua intervenção, o diretor médico destaca o orgulho da farmacêutica nos projetos em curso com parceiros nacionais. “Temos aqui a oportunidade de discutir projetos científicos transformadores que estão a ser desenvolvidos com a AstraZeneca Portugal. São iniciativas que demonstram o nosso compromisso em estabelecer parcerias sólidas no ecossistema da saúde”, reforça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento deixa clara a missão da AstraZeneca de impulsionar soluções que não só melhorem a qualidade de vida dos doentes, como também contribuam para a redução da morbilidade e mortalidade da população portuguesa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O INTERSECT que, este ano, realizou a sua 5.ª edição, aconteceu na sede da farmacêutica durante o mês de julho.</p>
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		<title>HTA: relação entre obesidade e pressão arterial elevada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Pina]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2025 10:06:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No âmbito da celebração do Dia Mundial da Hipertensão, a PronoKal reforça a importância de reconhecer a influência negativa do excesso de peso, particularmente da obesidade, na saúde cardiovascular. Esta condição, que afeta aproximadamente 42,6% dos adultos em Portugal e entre 35% a 40% da população adulta em toda a Europa, representa um desafio crescente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No âmbito da celebração do Dia Mundial da Hipertensão, a PronoKal reforça a importância de reconhecer a influência negativa do excesso de peso, particularmente da obesidade, na saúde cardiovascular. Esta condição, que afeta aproximadamente 42,6% dos adultos em Portugal e entre 35% a 40% da população adulta em toda a Europa, representa um desafio crescente e preocupante para a Saúde Pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Principais fatores de risco para o desenvolvimento da hipertensão arterial</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Envelhecimento:</strong> A pressão arterial tende a aumentar naturalmente ao longo dos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Diferenças por género e idade:</strong> Nos adultos com menos de 45 anos, os homens apresentam uma incidência ligeiramente superior; contudo, a partir dos 65 anos, as mulheres passam a ser mais vulneráveis ao problema.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Impacto da obesidade:</strong> O excesso de peso é um fator determinante não só para o surgimento da hipertensão, como também para o aumento dos níveis de colesterol e triglicerídeos, configurando um risco elevado para o aparecimento de diabetes tipo 2 e doenças cardíacas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Má alimentação: </strong>Dietas ricas em calorias, gorduras e pobres em nutrientes essenciais favorecem o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Do mesmo modo, o elevado consumo de sal contribui para o aumento do sódio nos fluidos corporais, favorecendo a retenção de água e, consequentemente, a elevação da pressão arterial.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sedentarismo: </strong>A ausência de atividade física regular está fortemente associada ao aumento do risco de obesidade e, por consequência, a um maior comprometimento cardiovascular.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Promovendo a prevenção e o controlo da hipertensão</strong><br>Manter um peso equilibrado e adotar uma alimentação saudável são estratégias fundamentais na prevenção da hipertensão. Para os indivíduos que já lutam contra o excesso de peso, iniciar um processo de perda de peso, orientado por um profissional de saúde, é crucial para reduzir os riscos associados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse sentido, a PronoKal apresenta soluções específicas que visam otimizar a perda de peso de forma sustentável, contribuindo para a redução dos níveis de tensão arterial e, consequentemente, dos riscos de doenças cardiovasculares.</p>
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