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	<title>Atualidade Archives - My Cardiologia</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica da área da Cardiologia e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças cardiovasculares</description>
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	<title>Atualidade Archives - My Cardiologia</title>
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		<title>Exercício reduz marcadores de aterosclerose após perda de peso mantida</title>
		<link>https://mycardiologia.pt/atualidade/exercicio-reduz-marcadores-de-aterosclerose-apos-perda-de-peso-mantida/220737/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 14:32:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A prática regular de exercício físico durante a manutenção da perda de peso reduziu a espessura íntima-média da carótida (cIMT) e marcadores inflamatórios associados à aterosclerose, enquanto o liraglutido isoladamente não produziu os mesmos efeitos. A conclusão resulta de uma análise secundária pré-especificada do ensaio aleatorizado S-LiTE, publicada na Nature Metabolism. O estudo incluiu 130 [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A prática regular de exercício físico durante a manutenção da perda de peso reduziu a espessura íntima-média da carótida (cIMT) e marcadores inflamatórios associados à aterosclerose, enquanto o liraglutido isoladamente não produziu os mesmos efeitos. A conclusão resulta de uma análise secundária pré-especificada do ensaio aleatorizado S-LiTE, publicada na Nature Metabolism.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo incluiu 130 adultos com obesidade, sem diabetes, que perderam em média 13,7 kg após oito semanas de dieta de muito baixo valor calórico. Os participantes foram depois distribuídos por quatro grupos durante 52 semanas: placebo, exercício, liraglutido ou combinação de exercício e liraglutido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os grupos que praticaram exercício registaram uma redução de 6–7% na cIMT, além de diminuições da interleucina-6 e do interferão-γ. A combinação com liraglutido melhorou ainda biomarcadores de função endotelial, incluindo sICAM-1, sVCAM-1 e tPA. Em contraste, o liraglutido isolado não reduziu a cIMT nem os principais marcadores inflamatórios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os autores sublinham que a cIMT é um marcador substituto de risco cardiovascular e que esta análise secundária deve ser interpretada com cautela, não permitindo inferir diretamente redução de eventos clínicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais <a href="https://www.nature.com/articles/s42255-026-01554-4">aqui</a>.</p>
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		<title>Ensaio clínico REDUCE-IT: A força da evidência científica no doente pós-enfarte</title>
		<link>https://mycardiologia.pt/atualidade/ensaio-clinico-reduce-it-a-forca-da-evidencia-cientifica-no-doente-pos-enfarte/220729/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 14:18:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na segunda parte do simpósio “Quando o preço incomoda, mas a evidência fala mais alto”, promovido pela Jaba Recordati, em formato podcast, durante o Congresso Português de Cardiologia (CPC 2026), o painel de especialistas foca-se na análise da evidência do ensaio clínico REDUCE-IT. Sob moderação de Ricardo Fontes Carvalho, diretor do Serviço de Cardiologia da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Na segunda parte do simpósio “Quando o preço incomoda, mas a evidência fala mais alto”, promovido pela Jaba Recordati, em formato <em>podcast</em>, durante o Congresso Português de Cardiologia (CPC 2026), o painel de especialistas foca-se na análise da evidência do ensaio clínico REDUCE-IT. Sob moderação de <strong>Ricardo Fontes Carvalho</strong>, diretor do Serviço de Cardiologia da Unidade Local de Saúde (ULS) Gaia e Espinho, <strong>Cristina Gavina</strong>, presidente da Sociedade Portuguesa de Cardiologia, e <strong>Rui Baptista</strong>, diretor do Serviço de Cardiologia da ULS de Entre Douro e Vouga, discutiram a redução de 25% no risco relativo de eventos cardiovasculares maiores, a magnitude do <em>number needed to treat</em> (NNT) no subgrupo pós-enfarte e a prevenção efetiva de eventos recorrentes. Assista à conversa e saiba mais sobre os dados apresentados.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Podcast Jaba Recordati (CPC 2026) - parte 2" src="https://player.vimeo.com/video/1220851822?h=291235dd65&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Dando continuidade ao enquadramento epidemiológico estabelecido na <a href="https://mycardiologia.pt/atualidade/apos-o-enfarte-o-risco-continua-o-que-revelam-os-dados-portugueses-sobre-o-risco-cardiovascular-residual/220698/"><strong>primeira parte da conversa</strong></a>, os especialistas centram-se no rigor da evidência científica estabelecida com 4 g/dia de eicosapente de etilo na coorte de prevenção secundária, analisando a magnitude do benefício absoluto demonstrada no REDUCE-IT, com destaque para o NNT ≤ 20 atingido no subgrupo de doentes pós-enfarte agudo do miocárdio – um valor com impacto clínico comparável à introdução do segundo antiagregante plaquetário ou às terapêuticas fundacionais na insuficiência cardíaca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O painel assinala ainda a capacidade do eicosapente de etilo em evitar mais de 400 re-eventos (segundos e terceiros enfartes) e reflete sobre o custo global da aterosclerose em Portugal.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a demonstração científica do benefício do fármaco devidamente consolidada, a conversa evolui na terceira e última parte para os desafios da implementação na prática diária, em que os três intervenientes abordam as assimetrias no sistema de comparticipações e a atitude do médico perante a decisão do doente. Não perca!</p>
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		<item>
		<title>Disparidades na utilização de imagem cardíaca pediátrica indicam necessidade de formação e padronização a nível europeu</title>
		<link>https://mycardiologia.pt/atualidade/disparidades-na-utilizacao-de-imagem-cardiaca-pediatrica-indicam-necessidade-de-formacao-e-padronizacao-a-nivel-europeu/220712/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 10:13:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo publicado na Pediatric Cardiology pela Association for European Paediatric and Congenital Cardiology (AEPC) indica disparidades significativas na utilização e formação em técnicas de imagem cardíaca pediátrica tridimensional, como tomografia computadorizada cardíaca (TCC) e ressonância magnética (RM), entre os centros europeus.&#160; A investigação envolveu 42 centros de 25 países, mostrando que cerca de 90% [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um estudo publicado na <em>Pediatric Cardiology</em> pela <em>Association for European Paediatric and Congenital Cardiology</em> (AEPC) indica disparidades significativas na utilização e formação em técnicas de imagem cardíaca pediátrica tridimensional, como tomografia computadorizada cardíaca (TCC) e ressonância magnética (RM), entre os centros europeus.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação envolveu 42 centros de 25 países, mostrando que cerca de 90% realizam TCC há mais de 10 anos, com uma mediana anual de 135 exames, e 84% realizam RM, com uma mediana de 200 exames por ano. Apesar da ampla disponibilidade destas tecnologias, apenas dois terços dos centros oferecem formação estruturada a internos, sendo comum a necessidade de deslocações para especialização, e pouco mais de metade dispõe de diretrizes institucionais específicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados destacam que, embora a tecnologia esteja presente, a variabilidade na formação e nas práticas pode afetar a qualidade e a equidade dos cuidados. Os autores sugerem a criação de diretrizes europeias específicas, o fortalecimento de programas de formação e a colaboração entre centros para padronizar protocolos, otimizar recursos e melhorar os resultados clínicos. O estudo serve como alerta para a necessidade de avaliação das práticas locais e integração em redes europeias de formação e boas práticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste estudo houve a participação de Rui Anjos, especialista em Cardiologia Pediátrica e professor na Nova Medical School em Lisboa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia o artigo <a href="https://link.springer.com/article/10.1007/s00246-025-04027-9">aqui</a>.</p>
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		<item>
		<title>Vagas de frio e de calor alteram risco de internamento por insuficiência cardíaca</title>
		<link>https://mycardiologia.pt/atualidade/vagas-de-frio-e-de-calor-alteram-risco-de-internamento-por-insuficiencia-cardiaca/220709/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 10:06:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo publicado no Journal of the American College of Cardiology (JACC) demonstra que a exposição a vagas de frio e a subidas de temperatura se correlaciona com o aumento de internamentos por insuficiência cardíaca (IC). A investigação analisou 482 000 registos do Registo Nacional de Pacientes da Suécia, referentes ao período entre 2006 e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um estudo publicado no <em>Journal of the American College of Cardiology</em> (JACC) demonstra que a exposição a vagas de frio e a subidas de temperatura se correlaciona com o aumento de internamentos por insuficiência cardíaca (IC). A investigação analisou 482 000 registos do Registo Nacional de Pacientes da Suécia, referentes ao período entre 2006 e 2021.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Através de um modelo de <em>case-crossover</em> estratificado, os investigadores verificaram que, de outubro a março, as vagas de frio elevam o risco de internamento (Odds Ratio de 1,085). O impacto da descida de temperatura regista-se com atraso, ocorrendo entre o segundo e o sexto dia após a exposição, com incidência estatística entre o terceiro e o quinto dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em oposição, de abril a setembro, a subida de temperatura associa-se aos internamentos num espaço de tempo inferior, registando-se entre o primeiro e o terceiro dia após a exposição (OR de 1,009 por cada aumento de 10 pontos percentuais). As vagas de calor registaram associações positivas para exacerbações de IC, sem atingir significância estatística na definição da patologia crónica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados indicam que os extremos térmicos alteram a taxa de hospitalização por IC, distinguindo-se a latência do frio da resposta a curto prazo do calor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais <a href="https://www.jacc.org/doi/10.1016/j.jacc.2026.07.008">aqui</a>.</p>
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		<item>
		<title>Após o enfarte, o risco continua: o que revelam os dados portugueses sobre o risco cardiovascular residual</title>
		<link>https://mycardiologia.pt/atualidade/apos-o-enfarte-o-risco-continua-o-que-revelam-os-dados-portugueses-sobre-o-risco-cardiovascular-residual/220698/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 10:44:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Gravado no âmbito do Congresso Português de Cardiologia (CPC 2026), o simpósio “Quando o preço incomoda, mas a evidência fala mais alto” reuniu Cristina Gavina, presidente da Sociedade Portuguesa de Cardiologia, e Rui Baptista, diretor do Serviço de Cardiologia da Unidade Local de Saúde (ULS) de Entre Douro e Vouga, para uma conversa moderada por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Gravado no âmbito do Congresso Português de Cardiologia (CPC 2026), o simpósio “Quando o preço incomoda, mas a evidência fala mais alto” reuniu <strong>Cristina Gavina</strong>, presidente da Sociedade Portuguesa de Cardiologia, e <strong>Rui Baptista</strong>, diretor do Serviço de Cardiologia da Unidade Local de Saúde (ULS) de Entre Douro e Vouga, para uma conversa moderada por <strong>Ricardo Fontes Carvalho</strong>, diretor do Serviço de Cardiologia da ULS Gaia e Espinho. Na primeira parte desta iniciativa promovida pela Jaba Recordati, em formato <em>podcast</em>, são analisados os dados epidemiológicos do Bilhete de Identidade para a Morbilidade Hospitalar (BI-MH), a incidência de síndromes coronárias agudas em Portugal e a mudança de paradigma centrada no colesterol LDL para o colesterol remanescente e inflamação vascular no doente pós-enfarte. Assista ao debate e conheça as conclusões sobre a realidade nacional.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Podcast Jaba Recordati (CPC 2026) - parte 1" src="https://player.vimeo.com/video/1220851823?h=1c10cdc9cf&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar dos avanços alcançados no tratamento da fase aguda do enfarte do miocárdio, o risco cardiovascular não termina com a alta hospitalar. Nesta primeira parte, o painel de especialistas analisa a realidade portuguesa e a lacuna entre o progresso no tratamento da fase aguda e o risco persistente pós-evento, que atinge taxas de re-eventos até 10% durante o primeiro ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir dos dados nacionais do BI-MH, os especialistas discutem por que motivo a redução das síndromes coronárias agudas entre 2017 e 2023 se faz sobretudo à custa do enfarte do miocárdio sem supra (NSTEMI), mantendo-se a mortalidade por enfarte do miocárdio com supra (STEMI) fixa nos 8%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A conversa foca-se ainda na transição conceptual necessária na prática clínica: olhar para os triglicéridos não como um alvo de redução isolado, mas como sinalizador direto de colesterol remanescente (VLDL e quilomicrons) e de um processo inflamatório vascular ativamente aterogénico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não perca a segunda parte do debate, dedicada à evidência científica do estudo REDUCE-IT e ao impacto clínico observado nos doentes pós-enfarte. Já na terceira e última parte do simpósio serão abordados abertamente os custos, a comparticipação no Serviço Nacional de Saúde e a atitude clínica na consulta.</p>
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		<title>“Mais proteção por menos comprimidos”: quando tratar o risco CV exige ir além do diagnóstico</title>
		<link>https://mycardiologia.pt/atualidade/mais-protecao-por-menos-comprimidos-quando-tratar-o-risco-cv-exige-ir-alem-do-diagnostico/220406/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um em cada quatro portugueses morre de doença cardiovascular. E, no entanto, 80% dessa mortalidade prematura é evitável. Foi este o ponto de partida da sessão “Mais proteção por menos comprimidos”, inserida no programa das 19.as Jornadas de Prevenção de Risco Cardiovascular em MGF, com o apoio da Tecnifar. A cardiologista Joana Rodrigues, e o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um em cada quatro portugueses morre de doença cardiovascular. E, no entanto, 80% dessa mortalidade prematura é evitável. Foi este o ponto de partida da sessão “Mais proteção por menos comprimidos”, inserida no programa das 19.<sup>as</sup> Jornadas de Prevenção de Risco Cardiovascular em MGF, com o apoio da Tecnifar. A cardiologista <strong>Joana Rodrigues</strong>, e o médico de família <strong>Filipe Cabral</strong> defenderam que tratar a hipertensão e a dislipidemia em separado – e tarde demais – continua a custar vidas que podiam ser salvas, propondo uma abordagem simultânea, precoce e integrada do risco cardiovascular global, com recurso a terapêutica combinada em comprimido único.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O alerta para os limites dos<em> scores</em> de risco cardiovascular</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">“As doenças cardiovasculares (CV) matam mais do que qualquer outra causa em Portugal e no mundo e os próximos 24 anos prometem agravar este cenário”, destacou desde logo ao abrir a sua intervenção Joana Rodrigues, cardiologista na Unidade Local de Saúde (ULS) de São João e corresponsável pela Consulta de Doença Coronária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Pelo menos 80% da mortalidade prematura resultante das doenças CV pode ser prevenida. Está nas nossas mãos esta prevenção”, afirmou a especialista, sublinhando que Portugal acompanha a tendência global, com as doenças do aparelho circulatório – sobretudo o AVC e a cardiopatia isquémica – a liderar as causas de morte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a cardiologista, o paradigma dominante – intervir apenas quando já existe doença estabelecida – representa uma postura meramente reativa. “Se atuarmos apenas nessa fase, é uma atuação sobretudo reativa”, disse, propondo uma leitura alternativa da fisiopatologia aterosclerótica: “Devemos começar a tratar as pessoas mais cedo e dizer-lhes que se trata de ‘uma forma de investimento que vai ter um ganho para a sua saúde a curto, a médio e sobretudo a longo prazo’”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A evidência científica sustenta esta posição. Citando o estudo PESA (<em>J Am Coll Cardiol</em>, 2017), a oradora recordou que indivíduos saudáveis entre os 40 e os 54 anos, sem fatores de risco tradicionais e com valores de LDL considerados normais – “70, 80, 90 miligramas por decilitro (mg/dL)” – apresentavam já doença aterosclerótica em múltiplos territórios arteriais. Ou seja, “os benefícios são, de facto, expressivamente maiores quando a redução do LDL é iniciada em idades mais precoces”, concluiu, referenciando um outro estudo publicado no <em>Global Heart</em> em 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas, foi na crítica às ferramentas de cálculo de risco que a intervenção ganhou contornos mais disruptivos. Apoiada num artigo recente de Mancini <em>et al</em>. (<em>Eur J Prev Cardiol</em>, 2025), Joana Rodrigues questionou a adequação de algoritmos, como o SCORE-2 e o de Framingham: “Parece-me que estamos a sonegar o benefício desta terapêutica a muitos doentes que beneficiariam dela mesmo em contexto de prevenção primária”. Pois, como explicou, muitos dos doentes incluídos em ensaios clínicos randomizados que demonstraram benefício com estatinas não seriam, à luz dos algoritmos atuais, elegíveis para tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os autores citados propõem uma alternativa mais simples: entre os 40 e os 70 anos, qualquer doente com LDL acima de 120 mg/dL seria elegível para estatina, independentemente de outros fatores. Entre os 55 e os 80 anos, o limiar desce para 70 mg/dL, bastando um único fator de risco vascular adicional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A falha real dos algoritmos ficou ainda mais evidente com os dados de um estudo com mais de 4 milhões de doentes, publicado no <em>European Heart Journal</em> em junho de 2026: 20% das pessoas que sofreram um primeiro enfarte não tinha qualquer fator de risco cardiovascular identificado, metade não apresentava sintomas prévios e a maioria nunca tinha feito terapêutica preventiva. “Apesar da crescente implementação destes scores cardiovasculares, o que a evidência clínica nos mostra é que falham na prevenção de eventos cardiovasculares”, concluiu a especialista.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Temos de deixar de tratar os doentes como gavetas”</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um em cada quatro portugueses morre ainda de doença CV. Usando este dado como referência, Filipe Cabral, assistente de Medicina Geral e Familiar (MGF) na USF Marco (ULS Tâmega e Sousa) e membro da equipa de coordenação do Grupo de Estudos de Doenças Cardiovasculares da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF), defendeu uma mudança de paradigma na forma como se aborda o doente com múltiplos fatores de risco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Temos de deixar de tratar doenças e passar a tratar doentes”, afirmou, sublinhando que “a maior parte dos doentes hipertensos tem também dislipidemia e que ambas as condições exigem resposta simultânea, não sequencial”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ilustrar o argumento, o orador recorreu a um caso clínico paradigmático: homem de 52 anos, assintomático, operário da construção civil, que surge numa consulta de rotina com pressão arterial média de 152/91 mmHg, obesidade grau 1 e LDL de 114 mg/dL. Um valor que, nas análises, “não está a negrito” e que, por isso, corre o risco de passar despercebido. O diagnóstico de hipertensão foi confirmado por MAPA de 24 horas, com médias de 153/95 mmHg no período de 24h e 159/98 mmHg durante o dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Perante este perfil, Filipe Cabral foi pragmático: “<em>Keep it simple</em>! Mais importante que classificar os utentes com base nos seus valores tensionais é classificar e tratar os doentes com base no seu risco cardiovascular global”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A abordagem preconizada pelas <em>guidelines</em> – quer da Sociedade Europeia de Hipertensão, quer da Sociedade Europeia de Cardiologia – aponta para terapêutica dupla como ponto de partida para a maioria dos doentes, e idealmente em comprimido único. “A chave é que esta terapêutica deve ser realizada usando <em>single pill combination</em>”, frisou, explicando que a combinação aumenta a adesão e, sobretudo, a persistência. Os números são elucidativos: menos de metade dos doentes medicados para a hipertensão mantêm a medicação ao fim de dois anos; nos antidislipidémicos, a taxa desce para menos de 35%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas, o passo mais desafiante – e o mais necessário – é o seguinte: neste mesmo doente, com LDL de 114 mg/dL, sem sintomas e sem diagnóstico aparente de dislipidemia, deve ser iniciada estatina na primeira consulta? Para o médico de família, a resposta é inequívoca. Com base no risco CV global – homem, entre 50 e 54 anos, hipertenso, com LDL elevado – este doente enquadra-se numa categoria de risco alto. “Estudos demonstram que a adição de estatina nestes doentes, mesmo quando o valor da pressão arterial está controlado, traduz-se em ganhos em saúde, nomeadamente em reduções de 25% a 33% de enfarte agudo de miocárdio e AVC”, complementou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A síntese da intervenção convergiu num estudo de McCarty et al. (<em>Hypertension</em>, 2024) que o próprio citou: “É essencial reconhecer que o objetivo é tratar o risco de doença cardiovascular e não apenas a hipertensão”. A analogia com a diabetologia foi convocada para reforçar a ideia: “A mesma coisa que fazemos na diabetes é tratar e fugir da perspetiva glucocêntrica”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A solução proposta para o caso clínico foi uma polipílula com candesartan, amlodipina e atorvastatina num único comprimido – “mais proteção por menos comprimidos”, na expressão que dá título à sessão. Menos carga medicamentosa para o doente, maior probabilidade de adesão à terapêutica e uma visão verdadeiramente integrada do risco cardiovascular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Filipe Cabral trouxe o argumento final da experiência clínica: na consulta de MGF, é recorrente o doente com múltiplas patologias que chega e pergunta qual a medicação que pode abandonar. “Há estudos que mostram que melhorar a adesão dos doentes tem mais impacto do que o aparecimento de novas classes terapêuticas”, afirmou. E foi com essa convicção que encerrou a sessão, nomeando a solução concreta adotada para o caso clínico discutido: “Optámos pelo Cardix® – que combina candesartan, amlodipina e atorvastatina –, uma polipílula eficaz, que certamente se associará a uma maior adesão &#8211; como diz o título da sessão, com mais proteção e com menos comprimidos, que é o que interessa para os nossos doentes”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Estudo valida início simultâneo de terapêuticas na insuficiência cardíaca</title>
		<link>https://mycardiologia.pt/atualidade/estudo-valida-inicio-simultaneo-de-terapeuticas-na-insuficiencia-cardiaca/220670/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Sep 2026 11:41:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo liderado pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto concluiu que o início simultâneo de duas terapêuticas “pilar” na insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida é viável e seguro, permitindo acelerar a implementação do tratamento recomendado pelas diretrizes internacionais. Publicado no The Journal of the American College of Cardiology, o ensaio INITIATE-HFrEF [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um estudo liderado pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto concluiu que o início simultâneo de duas terapêuticas “pilar” na insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida é viável e seguro, permitindo acelerar a implementação do tratamento recomendado pelas diretrizes internacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Publicado no The Journal of the American College of Cardiology, o ensaio INITIATE-HFrEF avaliou a introdução concomitante de sacubitril/valsartan e inibidores SGLT2 em 62 doentes seguidos em centros do Norte do país, incluindo as ULS São João, Gaia/Espinho, Santo António e Matosinhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o investigador da FMUP João Pedro Ferreira, persistia a dúvida sobre a segurança do início simultâneo destas terapêuticas, habitualmente introduzidas de forma sequencial ao longo de vários meses. “Este estudo sugere que, com acompanhamento adequado, uma abordagem mais rápida é viável e segura”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo de cerca de seis meses, os investigadores analisaram eventos clínicos relevantes, incluindo hipotensão, alterações da função renal, distúrbios do potássio, hospitalizações e mortalidade cardiovascular. Os resultados demonstraram que a estratégia simultânea não aumentou complicações graves face à abordagem sequencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, às 12 semanas, todos os doentes mantidos em estudo já estavam medicados com ambas as terapêuticas, tendo a maioria atingido doses-alvo até às 24 semanas.</p>
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		<title>Elsa Silva distinguida por investigação em insuficiência cardíaca</title>
		<link>https://mycardiologia.pt/atualidade/elsa-silva-distinguida-por-investigacao-em-insuficiencia-cardiaca/220541/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Sep 2026 09:28:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A investigadora do Instituto de Investigação e Inovação em Saúde (i3S) Elsa Silva recebeu o prémio Best Early Career Scientist Talk no Frontiers in Ageing Biology Mini-Symposium, promovido pelo Portuguese Ageing Research Group (PAGE). Em quaestão está um estudo sobre insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada (HFpEF). Desenvolvido entre o grupo Stem Cells in [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A investigadora do Instituto de Investigação e Inovação em Saúde (i3S) Elsa Silva recebeu o prémio Best Early Career Scientist Talk no Frontiers in Ageing Biology Mini-Symposium, promovido pelo Portuguese Ageing Research Group (PAGE). Em quaestão está um estudo sobre insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada (HFpEF).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desenvolvido entre o grupo Stem Cells in Regenerative Biology and Repair do i3S, liderado pela investigadora Perpétua Pinto do Ó, e o laboratório do professor Lino Ferreira, da Universidade de Coimbra, o trabalho demonstra que a acumulação de células senescentes contribui para a inflamação e para a progressão da HFpEF.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Num modelo animal da doença, a equipa verificou que a eliminação seletiva destas células através de um fármaco senolítico reduziu a inflamação, o dano endotelial e a fibrose cardíaca, com melhoria de vários parâmetros associados à patologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a investigadora Diana Nascimento, coordenadora do estudo, os senolíticos removem células senescentes e poderão abrir novas vias terapêuticas. A investigadora Elsa Silva acrescenta que doentes com HFpEF apresentam níveis elevados de leucócitos senescentes, associados a maior gravidade clínica, reforçando o potencial translacional desta abordagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Foto: Portuguese Ageing Research Group (PAGE)</p>
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		<title>Os principais momentos que marcaram o ESC 2026: Veja a fotogaleria</title>
		<link>https://mycardiologia.pt/atualidade/os-principais-momentos-que-marcaram-o-esc-2026-veja-a-fotogaleria/220639/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 15:08:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[ESC 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Congresso da European Society of Cardiology (ESC 2026) contou com a presença de cerca de 34 mil cardiologistas, cientistas, investigadores e profissionais de saúde vindos de mais de 170 países e com a apresentação de mais de 4 mil estudos científicos. Um número recorde de participação nesta edição do congresso, cujo spotlight foi a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Congresso da <em>European Society of Cardiology</em> (ESC 2026) contou com a presença de cerca de 34 mil cardiologistas, cientistas, investigadores e profissionais de saúde vindos de mais de 170 países e com a apresentação de mais de 4 mil estudos científicos. Um número recorde de participação nesta edição do congresso, cujo <em>spotlight</em> foi a inteligência artificial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tal como afirmou Carlos Aguiar, vice-presidente da ESC, estes números demonstram que “a Cardiologia está muito viva” e consolidam o congresso como “a maior reunião de Cardiologia do mundo”. Percorra a fotogaleria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ESC 2026 realizou-se em Munique, entre os dias 28 e 31 de agosto. A edição de 2027 irá realizar-se entre os dias 27 e 30 de agosto, em Milão (Itália), sob o mote “Changing the Course of Cardiovascular Health”.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="600" height="400" data-id="220644" src="https://mycardiologia.pt/wp-content/uploads/2026/09/01_ESC-2026-22-22-600x400.jpg" alt="" class="wp-image-220644" srcset="https://mycardiologia.pt/wp-content/uploads/2026/09/01_ESC-2026-22-22-600x400.jpg 600w, https://mycardiologia.pt/wp-content/uploads/2026/09/01_ESC-2026-22-22-231x154.jpg 231w, https://mycardiologia.pt/wp-content/uploads/2026/09/01_ESC-2026-22-22-768x512.jpg 768w, https://mycardiologia.pt/wp-content/uploads/2026/09/01_ESC-2026-22-22-1536x1024.jpg 1536w, https://mycardiologia.pt/wp-content/uploads/2026/09/01_ESC-2026-22-22-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="400" data-id="220642" src="https://mycardiologia.pt/wp-content/uploads/2026/09/03_ESC-2026-1-15-600x400.jpg" alt="" class="wp-image-220642" srcset="https://mycardiologia.pt/wp-content/uploads/2026/09/03_ESC-2026-1-15-600x400.jpg 600w, https://mycardiologia.pt/wp-content/uploads/2026/09/03_ESC-2026-1-15-231x154.jpg 231w, https://mycardiologia.pt/wp-content/uploads/2026/09/03_ESC-2026-1-15-767x511.jpg 767w, https://mycardiologia.pt/wp-content/uploads/2026/09/03_ESC-2026-1-15-1536x1024.jpg 1536w, https://mycardiologia.pt/wp-content/uploads/2026/09/03_ESC-2026-1-15-2048x1365.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="400" data-id="220648" src="https://mycardiologia.pt/wp-content/uploads/2026/09/01_ESC-2026-22-36-600x400.jpg" alt="" class="wp-image-220648" srcset="https://mycardiologia.pt/wp-content/uploads/2026/09/01_ESC-2026-22-36-600x400.jpg 600w, https://mycardiologia.pt/wp-content/uploads/2026/09/01_ESC-2026-22-36-231x154.jpg 231w, https://mycardiologia.pt/wp-content/uploads/2026/09/01_ESC-2026-22-36-768x512.jpg 768w, https://mycardiologia.pt/wp-content/uploads/2026/09/01_ESC-2026-22-36-1536x1024.jpg 1536w, https://mycardiologia.pt/wp-content/uploads/2026/09/01_ESC-2026-22-36-2048x1365.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="400" data-id="220647" src="https://mycardiologia.pt/wp-content/uploads/2026/09/01_ESC-2026-22-8-600x400.jpg" alt="" class="wp-image-220647" srcset="https://mycardiologia.pt/wp-content/uploads/2026/09/01_ESC-2026-22-8-600x400.jpg 600w, https://mycardiologia.pt/wp-content/uploads/2026/09/01_ESC-2026-22-8-768x512.jpg 768w, https://mycardiologia.pt/wp-content/uploads/2026/09/01_ESC-2026-22-8-231x154.jpg 231w, https://mycardiologia.pt/wp-content/uploads/2026/09/01_ESC-2026-22-8-1536x1024.jpg 1536w, https://mycardiologia.pt/wp-content/uploads/2026/09/01_ESC-2026-22-8-2048x1365.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>
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		<title>Munique despede-se do ESC 2026: veja a fotogaleria dos melhores momentos</title>
		<link>https://mycardiologia.pt/atualidade/munique-despede-se-do-esc-2026-veja-a-fotogaleria-dos-melhores-momentos/220601/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 11:13:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[ESC 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao longo dos últimos quatro dias, de 28 a 31 de agosto, Munique voltou a ser a capital da Cardiologia mundial ao acolher o Congresso da European Society of Cardiology (ESC 2026). O maior encontro europeu da especialidade reuniu milhares de cardiologistas, investigadores e especialistas de todo o mundo no Messe München, num ano fortemente [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Ao longo dos últimos quatro dias, de 28 a 31 de agosto, Munique voltou a ser a capital da Cardiologia mundial ao acolher o Congresso da <em>European Society of Cardiology</em> (ESC 2026). O maior encontro europeu da especialidade reuniu milhares de cardiologistas, investigadores e especialistas de todo o mundo no <em>Messe München</em>, num ano fortemente marcado pelo debate em torno da transformação digital e da aplicação prática da inteligência artificial (IA) na prática clínica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre a apresentação de ensaios clínicos altamente aguardados, o lançamento de novas <em>guidelines</em> e o indispensável espaço de debate e <em>networking</em> – como o habitual <em>get together</em> promovido pela Sociedade Portuguesa de Cardiologia –, o ESC 2026 encerra com a promessa reforçada de continuar a reduzir o impacto das doenças cardiovasculares a nível global.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aceda à galeria e reveja os principais momentos que marcaram este grande evento da Cardiologia.</p>



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