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	<title>Beatriz Pina, Author at My Cardiologia</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica da área da Cardiologia e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças cardiovasculares</description>
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	<title>Beatriz Pina, Author at My Cardiologia</title>
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		<title>Proatividade e ciência da implementação são os pilares da 4.ª edição do Prémio Missão 70/26</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Pina]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 14:02:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“Ação na HTA – Inovar para Controlar” é o mote da 4.ª edição do Prémio Missão 70/26, uma iniciativa da Sociedade Portuguesa de Hipertensão (SPH) em parceria com a Servier Portugal. Esta edição visa distinguir e reconhecer o mérito de iniciativas e trabalhos com aplicabilidade prática e/ou clínica que tenham por objetivo fomentar a ciência [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">“Ação na HTA – Inovar para Controlar” é o mote da 4.ª edição do Prémio Missão 70/26, uma iniciativa da Sociedade Portuguesa de Hipertensão (SPH) em parceria com a Servier Portugal. Esta edição visa distinguir e reconhecer o mérito de iniciativas e trabalhos com aplicabilidade prática e/ou clínica que tenham por objetivo fomentar a ciência da implementação, ou seja, a proatividade e ações concretas na gestão dos doentes hipertensos, com potencial de gerar resultados concretos no controlo da hipertensão arterial, o principal fator de risco cardiovascular em Portugal. As candidaturas já estão abertas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta iniciativa surge integrada no conjunto de ações destinadas a profissionais de saúde que a SPH está a implementar no âmbito do projeto estratégico “Missão 70/26”. O objetivo final continua a ser o mesmo: conseguir que, até ao fim de 2026, pelo menos 70% dos doentes hipertensos entre os 18 e os 64 anos, que são acompanhados nos Cuidados de Saúde Primários em Portugal, tenham a sua pressão arterial controlada*.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A organização do Prémio Missão 70/26 reforça que o júri desta 4.ª edição vai valorizar a criatividade, a inovação e a aplicabilidade prática das propostas, com o intuito de encontrar soluções que contribuam para um melhor controlo tensional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quem quiser participar já pode submeter os seus trabalhos. O prazo de candidaturas abriu no dia 29 de junho e termina a 30 de novembro de 2026. Todo o processo é feito através do preenchimento de um formulário no website do Prémio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os projetos vencedores vão ser anunciados e entregues numa sessão solene durante o XXI Congresso de Hipertensão e Risco Cardiovascular Global, marcado para os dias 18 a 21 de fevereiro de 2027, no Algarve.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ler o regulamento e fazer a sua inscrição, aceda a <a href="https://www.missao7026.pt/premio-70-26/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.missao7026.pt/premio-70-26/</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">*Dados do Bilhete de Identidade dos Cuidados de Saúde Primários (BI-CSP).</p>
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		<title>O Dia da Consciencialização para a Lipoproteína(a) foca atenções neste fator de risco CV “invisível” que afeta 1 em cada 5 pessoas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Pina]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 10:51:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Assinala-se hoje, dia 24 de março, o Dia da Consciencialização para a Lipoproteína(a), uma iniciativa estabelecida pela Family Heart Foundation que visa aumentar a atenção mundial sobre a Lp(a), um fator de risco cardiovascular “invisível” que afeta cerca de 20% da população mundial. Apesar da sua elevada prevalência, estima-se que menos de 5% destas pessoas [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Assinala-se hoje, dia 24 de março, o Dia da Consciencialização para a Lipoproteína(a), uma iniciativa estabelecida pela <em>Family Heart Foundation</em> que visa aumentar a atenção mundial sobre a Lp(a), um fator de risco cardiovascular “invisível” que afeta cerca de 20% da população mundial. Apesar da sua elevada prevalência, estima-se que menos de 5% destas pessoas tenham sido testadas até à data. É com o objetivo de contribuir para a inversão deste cenário de subdiagnóstico que a Novartis se associa a esta causa, sob o mote global #KnowLpa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Lp(a) é uma partícula semelhante ao colesterol LDL (C-LDL), mas com uma particularidade crítica: a sua concentração é amplamente determinada pela genética e não pelo estilo de vida, o que significa que dieta e exercício têm um impacto mínimo nos seus níveis. Níveis elevados desta lipoproteína(a) aumentam significativamente o risco de eventos como enfarte agudo do miocárdio ou acidente vascular cerebral. Clinicamente, a Lp(a) é considerada elevada se for superior a 105 nmol/L ou 50 mg/dL.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por este motivo, Marie-Therese O’Donohue, <em>Patient Ambassador da Familial Hypercholesterolaemia Europe Foundation</em>, defende que é urgente que os profissionais de saúde “estejam mais conscientes das dislipidemias hereditárias e da sua relação com as doenças cardiovasculares”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Indo ao encontro desta necessidade, a Comissão Europeia publicou, a 16 de dezembro de 2025, o <em>EU Safe Hearts Plan</em>, estabelecendo uma estratégia abrangente para reduzir a carga de doença cardiovascular (CV) em 25% até 2035 e, neste âmbito, reconhecendo explicitamente a Lp(a) como um fator de risco hereditário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, este reconhecimento oficial não basta, já que persistem lacunas importantes, nomeadamente a falta de <em>awareness </em>para a existência e relevância da Lp(a) entre a população global e os profissionais de saúde, a inconsistência na testagem entre os diferentes Estados-Membros e a falta de uniformidade no reembolso dos exames.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A relevância do diagnóstico precoce foi reforçada por um robusto <a href="https://academic.oup.com/eurheartj/article/46/44/4762/8124887" target="_blank" rel="noreferrer noopener">estudo </a>da <em>Family Heart Foundation</em>, publicado em novembro de 2025 no <em>European Heart Journal</em>, no qual se fez um seguimento de cerca de 274 mil pessoas com doença cardiovascular aterosclerótica (DCVA) durante uma mediana de tempo de 5,4 anos. Esta análise mostrou que “os indivíduos com os níveis mais elevados de Lp(a) (≥300 nmol/L) apresentaram um risco cerca de 40% superior de sofrer um evento CV em cinco anos, comparativamente com aqueles com os níveis mais baixos (&lt;15 nmol/L)”. Mais ainda: “O estudo confirma que o risco de eventos CV subsequentes aumenta consistentemente com o aumento dos níveis de Lp(a), independentemente do tipo de doença CV, presença de diabetes, sexo ou raça/etnia”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por não existirem ainda fármacos aprovados especificamente para reduzir os níveis de Lp(a), este estudo também explorou a correlação entre a redução do C-LDL e a diminuição do risco de eventos CV, em casos de Lp(a) elevada. Ficou demonstrado que o uso de terapêuticas intensivas para a redução dos níveis de C-LDL – como estatinas de alta intensidade e inibidores da PCSK9, ou terapêutica combinada – reduz o risco de eventos CV recorrentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, conhecer os níveis de Lp(a) aumenta a compreensão do risco CV associado e permite uma abordagem terapêutica mais agressiva, com foco na otimização do controlo do C-LDL. Face a esta evidência, a Novartis associa-se à iniciativa da <em>Family Heart Foundation</em> e defende a necessidade de uma testagem sistemática da Lp(a), a definição de vias de reembolso claras e ao investimento contínuo na educação da população e dos profissionais de saúde, acreditando que a identificação atempada do risco tem o poder de mudar desfechos clínicos e de salvar vidas, através de uma Medicina mais preventiva e personalizada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para saber mais sobre a Lp(a), informações sobre campanha global e detalhes sobre o estudo aqui mencionado, visite o site oficial da <em><a href="https://familyheart.org/lpa-awareness-day" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Family Heart Foundation</a></em>.</p>
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		<item>
		<title>Consensos atuais e monitorização da progressão da ATTR-CM: O que mudou?</title>
		<link>https://mycardiologia.pt/entrevistas/consensos-atuais-e-monitorizacao-da-progressao-da-attr-cm-o-que-mudou/219545/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Pina]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 17:24:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A idade deixou de ser uma barreira intransponível no tratamento da amiloidose cardíaca, cedendo lugar a uma avaliação clínica centrada na funcionalidade e no estado biológico individual. Em entrevista à News Farma, o cardiologista da Unidade Local de Saúde de Santa Maria, João Agostinho, reflete sobre a evolução dos consensos e da monitorização da progressão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A idade deixou de ser uma barreira intransponível no tratamento da amiloidose cardíaca, cedendo lugar a uma avaliação clínica centrada na funcionalidade e no estado biológico individual. Em entrevista à News Farma, o cardiologista da Unidade Local de Saúde de Santa Maria,<strong> João Agostinho</strong>, reflete sobre a evolução dos consensos e da monitorização da progressão da doença, temas que dominaram a sua intervenção na mesa patrocinada pela Pfizer, “ATTR-CM em 2026: evidência, consensos e dilemas da prática clínica”, durante a reunião conjunta Heart Team 2026. Veja o vídeo.</p>

<div style="padding:56.25% 0 0 0;position:relative;"><iframe src="https://player.vimeo.com/video/1161112178?h=9f503076f3&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" style="position:absolute;top:0;left:0;width:100%;height:100%;" title="Entrevista João Agostinho - Heart Team 2026"></iframe></div><script src="https://player.vimeo.com/api/player.js"></script>

<p class="wp-block-paragraph">João Agostinho começa por notar que o primeiro consenso publicado sobre o tratamento da amiloidose cardíaca “com os fármacos específicos para a doença, data já de 2021”. “E eu digo já, porque nestes cinco anos que passaram, muita coisa mudou”, afirma, indicando que, “à medida que o tempo tem avançando, não só os doentes incluídos nos ensaios clínicos são doentes diagnosticados cada vez mais cedo, numa fase menos avançada”, como os “dados de vida real têm mostrado que existe muito benefício em tratar doentes com quadros mais avançados da doença”. Por todos estes motivos, “os consensos também alargaram as indicações para esses doentes mais avançados, nomeadamente os doentes em classe [NYHA] III”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Hoje em dia já não temos um critério de idade, já não temos um critério de classe funcional, a não ser que o doente esteja numa classe funcional IV”, assevera, sublinhando que o foco deve estar, então, na avaliação individual: “O que interessa é diagnosticar os doentes e, a partir do momento em que há diagnóstico, olhar para o doente, perceber se vale a pena [tratar] e valendo a pena, iniciar terapêutica”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a sua palestra, o especialista mencionou que, atualmente, a fragilidade dos doentes tem um papel mais importante do que a idade dos mesmos. Em entrevista e com base em exemplos concretos, João Agostinho explica que “a idade é um número” e, por isso, a fragilidade surge, neste contexto, como um marcador de prognóstico e uma forma de orientar a decisão clínica. Ainda assim, o palestrante reconhece a dificuldade em distinguir um doente frágil de um doente que não o é, apesar de existirem escalas. “O próximo passo será nós conseguirmos quantificar melhor a fragilidade, mas eu acho que, tendo em conta isto, é, sem dúvida, o grande marcador que nos vai fazer decidir tratar ou não tratar o doente”, afiança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outros dos aspetos abordados pelo cardiologista na sua intervenção durante a mesa patrocinada pela Pfizer foi a monitorização da progressão da doença que, recentemente, sofreu alterações nas recomendações. “Até este ano, o que estava recomendado era fazermos uma monitorização com parâmetros clínicos, laboratoriais e imagiológicos, sobretudo através do ecocardiograma e até da ressonância magnética cardíaca”, esclarece, referindo que os experts responsáveis pela elaboração do consenso mais recente “decidiram que seria mais útil utilizar apenas parâmetros muito fáceis de recolher” e disponíveis de imediato. “E aqui entram apenas parâmetros clínicos e laboratoriais: o NT-proBNP, a função renal, a existência ou não de internamento, a necessidade ou não de ter de introduzir ou subir a dose de diurético, a qualidade de vida – que é muito importante nesta população – e a prova de marcha de seis minutos”, elenca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais ainda, acrescenta João Agostinho, quando não existem dados de qualidade de vida, é possível recorrer à classe funcional do doente que “é muito mais prático”. Porém, ressalva, “isto informa muito sobre o quadro de insuficiência cardíaca que resultou da amiloidose cardíaca” e “muito pouco sobre o que está a acontecer biologicamente, se está a haver deposição ou não está a ver deposição de fibras de amilóide”. “Portanto, acaba por não servir para nós decidirmos se devemos ou não trocar a terapêutica do doente”, sublinha, rematando que os restantes “parâmetros e aquilo que está recomendado, hoje em dia, é muito importante para sinalizar quais são os doentes de risco” que têm de ser mais bem vigiados e para quais se deve “otimizar as restantes terapêuticas de suporte, que também devem ser utilizadas na amiloidose cardíaca”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sessão incluiu a discussão de três casos clínicos reais — um doente pouco sintomático, um doente grave com comorbilidades e um doente muito idoso — que serviram para gerar debate e dissipar inércias. “Conseguimos mostrar que não deve haver dúvidas e que esses doentes devem ser tratados”, conclui.</p>
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		<item>
		<title>Novos horizontes no tratamento da amiloidose cardíaca: “O prognóstico era realmente desfavorável. Já não o é”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Pina]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 17:20:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A gestão da amiloidose cardíaca por transtirretina sofreu uma transformação profunda na última década, passando de uma patologia de “prognóstico desfavorável” para uma condição com opções terapêuticas robustas. Esta foi uma das mensagens partilhadas por Bruno Rocha, cardiologista do Hospital de Santa Cruz (ULS Lisboa Ocidental), durante a mesa patrocinada pela Pfizer, “ATTR-CM em 2026: [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A gestão da amiloidose cardíaca por transtirretina sofreu uma transformação profunda na última década, passando de uma patologia de “prognóstico desfavorável” para uma condição com opções terapêuticas robustas. Esta foi uma das mensagens partilhadas por <strong>Bruno Rocha</strong>, cardiologista do Hospital de Santa Cruz (ULS Lisboa Ocidental), durante a mesa patrocinada pela Pfizer, “ATTR-CM em 2026: evidência, consensos e dilemas da prática clínica”, que decorreu na manhã do segundo dia da reunião conjunta Heart Team 2026, e em declarações à News Farma. Assista ao vídeo da entrevista.</p>


<div style="padding:56.25% 0 0 0;position:relative;"><iframe src="https://player.vimeo.com/video/1161117332?h=89d83343d9&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" style="position:absolute;top:0;left:0;width:100%;height:100%;" title="Entrevista Bruno Rocha - Heart Team 2026 (Pfizer)"></iframe></div>
<p><script src="https://player.vimeo.com/api/player.js"></script></p>


<p class="wp-block-paragraph">“Gerir e tratar a ATTR-CM em 2026 é muito diferente daquilo que era há dez anos”, afirma Bruno Rocha, recordando que o ensaio clínico de 2018, o ATTR-ACT – no qual se avaliou a eficácia e segurança de tafamidis em doentes com ATTR-CM –, alterou por completo a abordagem terapêutica destes doentes. O especialista menciona ainda outros fármacos para o tratamento da amiloidose cardíaca por transtirretina com diferentes mecanismos de ação. “Temos cada vez mais um armamentário terapêutico mais extenso para gerir esta doença e, portanto, sentimo-nos muito satisfeitos na nossa prática clínica”, enaltece, acrescentando: “Nos dias de hoje, nós conseguimos tratar e manejar estes doentes. Há dez anos não. O prognóstico era realmente desfavorável. Já não o é”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bruno Rocha lembra que, a par dos ensaios clínicos, tem surgido “bastante evidência derivada do mundo real”, dando como exemplo, à semelhança do que fez durante a sua palestra, o estudo realizado no seu centro, TAFA-CRUZ, no qual se analisou a experiência no tratamento de doentes com ATTR-CM com tafamidis e cuja publicação estará para breve. Ao descrever alguns dos dados obtidos neste trabalho – que ganhou o Prémio de Integração de Cuidados das Jornadas de Atualização Cardiovascular 2026 –, o cardiologista salienta que foi possível perceber que há “um awareness grande para a doença” e, por isso, houve doentes diagnosticados mais cedo, bem como “uma elevada proporção de doentes em NYHA I”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Num comentário final aos casos clínicos apresentados durante a sessão, que refletiam “dilemas da prática clínica real”, Bruno Rocha destaca a coragem “em falar daquilo que, às vezes, são alguns temas quase proibidos e que não devem ser”, referindo-se a situações em que os doentes “estão fora daquilo que são os grandes ‘chavões’ dos ensaios clínicos”. Em suma, as intervenções terapêuticas apresentadas mudaram “a vida destas pessoas e das suas famílias” e, portanto, ficou demonstrada a necessidade de contrariar a inércia clínica.</p>
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		<title>“Trabalhar em equipa multidisciplinar é essencial e melhora o prognóstico” do doente com insuficiência cardíaca aguda</title>
		<link>https://mycardiologia.pt/entrevistas/trabalhar-em-equipa-multidisciplinar-e-essencial-e-melhora-o-prognostico-do-doente-com-insuficiencia-cardiaca-aguda/219538/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Pina]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 17:16:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Insuficiência cardíaca aguda como forma de apresentação de síndrome miopericárdica inflamatória” foi o tema apresentado por Doroteia Silva durante a sessão “Guidelines 2025: o que muda para os doentes com IC?”, que decorreu no segundo dia do Heart Team 2026. Em entrevista à News Farma, a cardiologista e intensivista da Unidade Local de Saúde de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://mycardiologia.pt/entrevistas/trabalhar-em-equipa-multidisciplinar-e-essencial-e-melhora-o-prognostico-do-doente-com-insuficiencia-cardiaca-aguda/219538/">“Trabalhar em equipa multidisciplinar é essencial e melhora o prognóstico” do doente com insuficiência cardíaca aguda</a> appeared first on <a href="https://mycardiologia.pt">My Cardiologia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">“Insuficiência cardíaca aguda como forma de apresentação de síndrome miopericárdica inflamatória” foi o tema apresentado por <strong>Doroteia Silva</strong> durante a sessão “Guidelines 2025: o que muda para os doentes com IC?”, que decorreu no segundo dia do Heart Team 2026. Em entrevista à News Farma, a cardiologista e intensivista da Unidade Local de Saúde de Santa Maria faz um sumário das ideias-chave transmitidas e sublinha a necessidade de trabalhar em equipa multidisciplinar na abordagem destes doentes “muito graves” e “extremamente complexos”. Veja as declarações.</p>

<div style="padding:56.25% 0 0 0;position:relative;"><iframe src="https://player.vimeo.com/video/1161114306?h=9db71c9ead&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" style="position:absolute;top:0;left:0;width:100%;height:100%;" title="Entrevista Doroteia Silva - Heart Team 2026"></iframe></div><script src="https://player.vimeo.com/api/player.js"></script>

<p class="wp-block-paragraph">“Em primeiro lugar, a insuficiência cardíaca aguda é, claro, uma manifestação desta síndrome miopericárdica inflamatória, nomeadamente da miocardite”, começa por enquadrar Doroteia Silva, referindo ainda que “é extremamente importante que se faça o diagnóstico definitivo e isso pode ser através da apresentação clínica” que, por sua vez, “tem um espectro de apresentação muito vasto”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste ponto, os exames complementares assumem um papel central: “A ressonância tem aqui um papel de maior relevo nestas orientações, a par da biópsia endomiocárdica para o diagnóstico definitivo”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra das mensagens fundamentais da sua palestra foi a necessidade de estratificar o risco clínico em três patamares de gravidade: elevado, moderado ou baixo. Segundo a especialista, “o doente que tem insuficiência cardíaca aguda em fenótipo de choque cardiogénico ou persistência de dispneia classes III-IV, é um doente de elevado risco, assim como o doente que tem disritmia ventricular ou BAV, bloqueio auriculoventricular avançado”. “O doente que não tem esta categoria, mas tem uma dispneia de novo ou em agravamento, é um risco intermédio”, acrescenta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Doroteia Silva, importa também salientar a estratificação de risco “vai personalizar o nível de cuidados” e a terapêutica do doente. E é por isso que, doentes de alto risco, exigem admissão em Unidade de Cuidados Intensivos (UCI) e a realização de uma biópsia endomiocárdica atempada.<br>Focando-se neste exame, a oradora explica que a biópsia endomiocárdica é considerada essencial não só para o diagnóstico, mas para a definição da etiologia, permitindo identificar formas respondedoras a corticoterapia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No decorrer da entrevista, Doroteia Silva lembra que as guidelines de 2021 recomendam, em casos graves, o suporte circulatório de curta duração. “Na maioria destes doentes será ECMO-VA porque tem envolvimento biventricular”, referiu, mencionando ainda o uso de Impella ou balão intra-aórtico em casos de envolvimento esquerdo exclusivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cardiologista conclui, sublinhando que o sucesso depende do trabalho em equipa: “Não é um doente nada linear. É um doente extremamente complexo e que tem de ser apanhado nas fases iniciais porque, muitas vezes, a evolução é apenas numa noite”.</p>
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		<title>Sinergia entre Grupos de Estudo de Insuficiência Cardíaca e de Cardio-Oncologia dita sucesso da Heart Team 2026</title>
		<link>https://mycardiologia.pt/entrevistas/sinergia-entre-grupos-de-estudo-de-insuficiencia-cardiaca-e-de-cardio-oncologia-dita-sucesso-da-heart-team-2026/219535/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Pina]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 17:13:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fátima recebeu a edição de 2026 da reunião científica Heart Team, organizada em conjunto pelos Grupos de Estudo de Insuficiência Cardíaca (GEIC) e de Cardio-Oncologia (GECO) da Sociedade Portuguesa de Cardiologia, tendo a mesma encerrado com um balanço amplamente positivo. Em entrevista à News Farma, Elisabete Martins e Júlia Toste, coordenadoras dos respetivos grupos, destacam [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Fátima recebeu a edição de 2026 da reunião científica Heart Team, organizada em conjunto pelos Grupos de Estudo de Insuficiência Cardíaca (GEIC) e de Cardio-Oncologia (GECO) da Sociedade Portuguesa de Cardiologia, tendo a mesma encerrado com um balanço amplamente positivo. Em entrevista à News Farma, <strong>Elisabete Martins</strong> e <strong>Júlia Toste</strong>, coordenadoras dos respetivos grupos, destacam a riqueza científica da parceria e a forte adesão dos participantes, que superou as expectativas. Confira os testemunhos em vídeo.</p>


<div style="padding:56.25% 0 0 0;position:relative;"><iframe src="https://player.vimeo.com/video/1161119038?h=4da114d5ee&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" style="position:absolute;top:0;left:0;width:100%;height:100%;" title="Entrevista Elisabete Martins - Heart Team 2026"></iframe></div>
<p><script src="https://player.vimeo.com/api/player.js"></script></p>


<p class="wp-block-paragraph">Elisabete Martins, coordenadora do GEIC, sublinhou que esta parceria resultou de forma excecional. “São áreas que tocam interesses e conteúdos muito semelhantes entre si e, portanto, isto só enriqueceu a discussão e as mesas que tivemos aqui durante estes dois dias de trabalho”, afirmou. Para a responsável, a opinião de que esta união foi uma mais-valia é “partilhada pela maioria das pessoas, se não todas as que estiveram presentes”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar das adversidades provocadas pela tempestade Kristin, a assistência superou as expectativas da organização, o que, para Elisabete Martins, mostra, de facto, o interesse que as pessoas veem neste evento. A coordenadora do Grupo de Estudo de Insuficiência Cardíaca (GEIC) revelou ainda que os participantes saíram entusiasmados com a possibilidade de se “manter esta parceria, quem sabe, num próximo evento”.</p>


<div style="padding:56.25% 0 0 0;position:relative;"><iframe src="https://player.vimeo.com/video/1161148368?h=ec9ebabaf8&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" style="position:absolute;top:0;left:0;width:100%;height:100%;" title="Entrevista Júlia Toste - Heart Team 2026"></iframe></div>
<p><script src="https://player.vimeo.com/api/player.js"></script></p>


<p class="wp-block-paragraph">Por seu lado, Júlia Toste corroborou a importância da interligação entre as duas especialidades. &#8220;Realmente, o Grupo de Estudo de Cardio-Oncologia e o Grupo de Estudos de Insuficiência Cardíaca têm muito em comum, tocam-se em muitos temas”, referiu, destacando também “o alto nível científico” das sessões. “Acho que saímos daqui todos muito mais ricos e com muito mais conhecimento”, acrescentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A coordenadora do GECO confessou que a organização viveu momentos de alguma “imprevisibilidade” devido às circunstâncias temporais, mas que o resultado final foi recompensador. “Ficámos ainda mais fascinados quando chegámos aqui e tínhamos a sala quase cheia”, partilhou, atribuindo o sucesso do programa também à qualidade dos palestrantes e moderadores que “tornaram muito ricas as apresentações”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ambas as especialistas concluíram que o formato conjunto potenciou um debate dinâmico, com uma audiência “muito entusiasmada e atenta”, consolidando a Heart Team como um fórum essencial para a atualização científica em Cardiologia.</p>
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		<title>Insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada: a transição para uma visão unificada e centrada na inflamação sistémica </title>
		<link>https://mycardiologia.pt/entrevistas/insuficiencia-cardiaca-com-fracao-de-ejecao-preservada-a-transicao-para-uma-visao-unificada-e-centrada-na-inflamacao-sistemica/219532/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Pina]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 17:09:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No último dia da reunião Heart Team 2026, Brenda Moura foi a palestrante convidada para abordar o tema “Risco cardiometabólico, inflamação e insuficiência cardíaca: novos paradigmas terapêuticos”. Em entrevista à News Farma, a cardiologista do Hospital Militar D. Pedro V explica como a visão sobre a insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada (HFpEF) está [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">No último dia da reunião Heart Team 2026, <strong>Brenda Moura</strong> foi a palestrante convidada para abordar o tema “Risco cardiometabólico, inflamação e insuficiência cardíaca: novos paradigmas terapêuticos”. Em entrevista à News Farma, a cardiologista do Hospital Militar D. Pedro V explica como a visão sobre a insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada (HFpEF) está a evoluir, ganhando finalmente um modelo de compreensão unificado. Assista ao vídeo.</p>


<div style="padding:56.25% 0 0 0;position:relative;"><iframe src="https://player.vimeo.com/video/1161147995?h=c7177fca8c&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" style="position:absolute;top:0;left:0;width:100%;height:100%;" title="Entrevista Brenda Moura - Heart Team 2026"></iframe></div>
<p><script src="https://player.vimeo.com/api/player.js"></script></p>


<p class="wp-block-paragraph">Brenda Moura começa por diferenciar a insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada (HFpEF) da insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (HFrEF), notando que, nesta última, existe uma história fisiopatológica clara e de sucesso terapêutico. Na HFpEF, o cenário é mais complexo. “Sabemos que a inflamação não começa no coração. A inflamação começa nas várias comorbilidades. E é o território obrigatório ou constante, universal nestes doentes todos”, afirma, referindo-se ao impacto de condições como a obesidade, o sedentarismo, a diabetes e a hipertensão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em linha com as anteriores considerações, Brenda Moura menciona a proposta de Milton Packer, um especialista “completamente incontornável na história da insuficiência cardíaca”, que procura conferir uma lógica sistemática a elementos até agora dispersos: “Tenta estabelecer uma nova organização, uma hipótese unificadora da fisiopatologia da HFpEF, que assenta na larguíssima maioria destes doentes terem obesidade visceral”. A cardiologista explica que o aumento do tecido adiposo faz com que o mesmo “mude de funções” e comece “a segregar substâncias” classificadas como “adipoquinas”. Além da libertação destas “substâncias que têm ação inflamatória”, há também estimulação do sistema renina-angiotensina-aldosterona que, por sua vez, leva à retenção de sódio e água.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Portanto, vamos ter um coração com mais fibrose por causa de toda a inflamação e, ao mesmo tempo, podemos ter, por exemplo, vasoconstrição e aumento de volume”, declara, reforçando que “o tecido gordo dá uma inflamação que provoca todas estas coisas”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Brenda Moura, esta hipótese vem validar abordagens que já demonstravam eficácia clínica, como a restrição calórica e o exercício físico que, “sobretudo nas pessoas de idade, tem uma ação de redução de inflamação”, conseguindo inclusivamente reverter fenómenos de inflammaging (inflamação associada ao envelhecimento).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a especialista, esta evolução é determinante para abrir portas ao desenvolvimento de alvos terapêuticos mais precisos: “A identificação destes players, destas moléculas, pode permitir a investigação de fármacos que atuem diretamente nesses mecanismos e que, portanto, possam alterar o curso da doença”.</p>
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		<title>Congresso Português de Hipertensão:  em contagem decrescente para o evento centrado na comunicação, novas guidelines e o futuro do controlo da doença</title>
		<link>https://mycardiologia.pt/entrevistas/congresso-portugues-de-hipertensao-em-contagem-decrescente-para-o-evento-centrado-na-comunicacao-novas-guidelines-e-o-futuro-do-controlo-da-doenca/219525/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Pina]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 10:34:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As novas guidelines internacionais, a comunicação médico-doente e o combate à desinformação em saúde estão no centro da 20.ª edição do Congresso Português de Hipertensão e Risco Cardiovascular Global. Em entrevista de antevisão, Heloísa Ribeiro, presidente-eleita da Sociedade Portuguesa de Hipertensão, sublinha a importância de harmonizar cuidados e reforçar a literacia para melhorar o controlo [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">As novas <em>guidelines </em>internacionais, a comunicação médico-doente e o combate à desinformação em saúde estão no centro da 20.ª edição do Congresso Português de Hipertensão e Risco Cardiovascular Global. Em entrevista de antevisão, <strong>Heloísa Ribeiro</strong>, presidente-eleita da Sociedade Portuguesa de Hipertensão, sublinha a importância de harmonizar cuidados e reforçar a literacia para melhorar o controlo da hipertensão arterial. Assista à entrevista.</p>


<div style="padding:56.25% 0 0 0;position:relative;"><iframe src="https://player.vimeo.com/video/1154652720?h=2f624c7fdb&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" style="position:absolute;top:0;left:0;width:100%;height:100%;" title="Congresso Português de Hipertensão:  em contagem decrescente para o evento centrado na comunicação, novas guidelines e o futuro"></iframe></div>
<p><script src="https://player.vimeo.com/api/player.js"></script></p>


<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a especialista, o evento mantém o foco nas recomendações mais recentes: “Este ano continuamos a falar das guidelines de 2025, uma vez que foi um ano de guidelines novas, nomeadamente as americanas, e é importante fazermos um ponto de situação para clarificar ideias e harmonizar cuidados”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A comunicação surge como um dos grandes desafios da prática clínica. “Temos de adaptar o nosso discurso aos nossos doentes, porque são todos diferentes”, afirma, reforçando que “se a mensagem não chegar ao lado de lá, nunca vamos ter sucesso”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse sentido, o programa inclui um Workshop de Comunicação, pensado para dar ferramentas práticas aos profissionais de saúde. “O doente tem de ser um parceiro. Podemos ter os melhores fármacos, mas sem comunicação eficaz não há controlo da hipertensão”, destaca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A médica alerta ainda para o impacto da desinformação, uma vez que “vivemos tempos de informação muito rápida, mas também de muita desinformação, que leva os doentes a recorrer a produtos sem evidência científica”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os momentos-chave do Congresso estão os simpósios internacionais, a mesa com a Sociedade Europeia de Hipertensão e a expectativa em torno da Missão 70/26. “Foram três anos de grande investimento na luta pelo controlo da hipertensão e aguardamos ansiosamente os resultados”, refere.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O convite aos colegas é claro: “O que nos torna diferentes é concentrarmos, no mesmo espaço, colegas de várias especialidades a falar a mesma linguagem”, sublinha. “O que pretendemos é realmente ter um congresso que seja agradável à participação de todos os colegas, onde todos se sintam à vontade para participar, colocar as suas dúvidas e que, no dia a seguir, todos regressemos ao local de trabalho, melhores profissionais”, reforça Heloísa Ribeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O 20.º Congresso Português de Hipertensão e Risco Cardiovascular Global decorre de 19 a 22 de fevereiro de 2026, em Albufeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais sobre o evento <a href="https://congressosphta.pt/">aqui</a>.</p>
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		<title>Antes do primeiro evento: importância de uma prevenção cardiovascular precoce</title>
		<link>https://mycardiologia.pt/atualidade/antes-do-primeiro-evento-importancia-de-uma-prevencao-cardiovascular-precoce/218874/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Pina]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2025 14:05:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[ESC 2025]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No simpósio científico promovido pela Amgen, “Before the first missed beat: addressing LDL-C management before an event”, integrado no ESC 2025, Erin Bohula destacou o estudo VESALIUS-CV “como uma marca para um novo paradigma na prevenção precoce. Jaimini Cegla, reforçou que na prática clínica “está a prestar-se um mau serviço” aos doentes de alto risco, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No simpósio científico promovido pela Amgen, “Before the first missed beat: addressing LDL-C management before an event”, integrado no ESC 2025, <strong>Erin Bohula</strong> destacou o estudo VESALIUS-CV “como uma marca para um novo paradigma na prevenção precoce. <strong>Jaimini Cegla</strong>, reforçou que na prática clínica “está a prestar-se um mau serviço” aos doentes de alto risco, com falhas graves na implementação das guidelines de tratamento para a redução lipídica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo VESALIUS-CV, foi apresentado por Erin Bohula, investigadora do <em>Brigham and Women’s Hospital</em>, em Boston, e também uma das autoras. “Este é um estudo muito importante, onde começamos a pensar mais cedo na prevenção de eventos cardiovasculares (CV)”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a especialista em Medicina CV e terapia intensiva, “Se tratarmos doentes depois do primeiro evento é útil, mas se os tratarmos antes desse primeiro evento, também o é”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Recordando os avanços obtidos com as estatinas, Erin Bohula frisou que “o tratamento precoce é benéfico” e quanto mais se reduzir o colesterol LDL, “melhores serão os resultados”. No entanto, salientou igualmente a relevância das terapêuticas não estatinas, em particular os inibidores da PCSK9, como evolocumab.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigadora destacou nomeadamente os dados dos ensaios de referência FOURIER e ODYSSEY-OUTCOMES, que avaliaram doentes em prevenção secundária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, o estudo VESALIUS-CV dá um passo mais além, ao avaliar doentes de alto risco, mas sem eventos CV prévios. “Estamos a estudar, com uma terapêutica não estatina,uma população de menor risco, perguntando se a mesma melhora os resultados CV”, explicou a palestrante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ensaio incluiu 12.301 doentes randomizados para evolocumab ou placebo, acompanhados durante cerca de quatro anos e meio. Estes doentes apresentavam critérios como doença coronária sem enfarte prévio, doença cerebrovascular sem AVC, doença arterial periférica ou diabetes de alto risco. Além disso, tinham níveis de colesterol LDL elevados, em média 122 mg/dL, apesar de já receberem terapêutica de base: “Mais de dois terços estavam sob estatinas de alta intensidade e 20% sob ezetimiba”, destacou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A definição de alto risco no estudo englobava ainda fatores adicionais como idade avançada, tabagismo ativo, história familiar ou score de cálcio coronário elevado. “Quase metade dos doentes tinha diabetes de alto risco, e cerca de um terço apresentava diabetes sem evidência de doença aterosclerótica”, referiu a especialista, salientando que esta é uma característica única do estudo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a investigadora, a relevância do VESALIUS-CV reside em vários pontos: “Trata-se do primeiro estudo de uma população sem eventos prévios a ser tratado com um inibidor da PCSK9 mab e tem uma duração mais longa do que os ensaios anteriores, com um seguimento mediano de quatro anos e meio”. Em síntese, concluiu, “é um estudo importante para compreendermos melhor os benefícios de uma terapêutica de redução lipídica muito potente numa população de menor risco, mas com grande potencial de progressão da doença aterosclerótica”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>E na vida real? Estudo VESALIUS-REAL expõe realidade preocupante</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Já os resultados do estudo VESALIUS-REAL foram apresentados por Jaimini Cegla, consultora em Patologia Química e Medicina Metabólica no I<em>mperial College Healthcare NHS Trust</em>, Londres, Reino Unido, expõem uma realidade preocupante: os doentes de alto risco CV continuam, em larga escala, sem receber a terapêutica adequada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Sabemos, há anos, que as terapêuticas de redução lipídica funcionam, sobretudo em doentes de alto risco que ainda não tiveram o primeiro evento. A questão é que pouco sabemos sobre esta população, a nível global, e sobre como estamos a tratar estes doentes”, começou por afirmar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo observacional VESALIUS-REAL incluiu dados de 11 países da Ásia-Pacífico, Europa e América do Norte, entre 2010 e 2024. Foram analisados doentes com critérios de alto risco: níveis elevados de lípidos, doença arterial pré-existente ou diabetes de alto risco, mas sem histórico de eventos CV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E, segundo a palestrante, os resultados revelaram falhas transversais. “No Reino Unido, apenas 49% estavam a receber terapêutica de redução lipídica (LLT), e a maioria apenas com estatinas em doses moderadas. Não havia praticamente doentes em terapêutica combinada”, descreveu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em doentes com diabetes, de alto risco, a adesão era ligeiramente maior, mas ainda insuficiente. “Foi interessante verificar que esta coorte tinha maior probabilidade de receber LLT do que os não diabéticos”, acrescentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cenário repetiu-se noutros países. “Na Alemanha, quase 75% estavam sem LLT, e dos que estavam, 93% apenas em estatinas”, referiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A evolução ao longo do tempo também não trouxe melhorias. “Se compararmos 2010 com 2022, vemos que apenas cerca de 10% atingem a meta de colesterol LDL inferior a 1,8 mmol/L (~ 70mg/dl), apesar da terapêutica”, sublinhou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A especialista deixou um alerta claro: “A mensagem principal é que, nestes doentes de risco muito elevado, estamos a prestar um mau serviço. Muitos não estão sob LLT e, entre os que estão, a maioria não atinge os objetivos.”</p>
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		<item>
		<title>Save the date: 3.º Congresso de Cardiologia da Madeira decorre em outubro</title>
		<link>https://mycardiologia.pt/eventos/save-the-date-3-o-congresso-de-cardiologia-da-madeira-decorre-em-outubro/217997/</link>
					<comments>https://mycardiologia.pt/eventos/save-the-date-3-o-congresso-de-cardiologia-da-madeira-decorre-em-outubro/217997/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Pina]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jun 2025 14:19:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.mycardiologia.pt/?p=217997</guid>

					<description><![CDATA[<p>O 3.º Congresso de Cardiologia da Madeira decorre de 2 a 4 Outubro 2025, no Funchal. &#8220;Novos Targets do tratamento da hipertensão arterial&#8221;, &#8220;Isquémia com artéria aberta! : ANOCA, INOCA &#38; MINOCA&#8221; ou &#8220;1º Diagnóstico de FA – atualizações das guidelines&#8221;, são alguns dos temas em destaque. Saiba mais sobre o evento aqui.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O 3.º Congresso de Cardiologia da Madeira decorre de 2 a 4 Outubro 2025, no Funchal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Novos Targets do tratamento da hipertensão arterial&#8221;, &#8220;Isquémia com artéria aberta! : ANOCA, INOCA &amp; MINOCA&#8221; ou &#8220;1º Diagnóstico de FA – atualizações das guidelines&#8221;, são alguns dos temas em destaque.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais sobre o evento <a href="https://spc.pt/evento/3o-congresso-de-cardiologia-da-madeira/">aqui</a>.</p>
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